Informe de integración de las bases de datos y el análisis epidemiológico exploratorio para el sistema de vigilancia de la salud de los trabajadoresSumário
1. INTRODUÇÃO
Vale ressaltar, que devido às condições peculiares de realização desse trabalho, este não é um estudo finalizado. De fato, trata-se aqui de uma primeira e preliminar síntese dos dados, que deverão ser analisados de modo mais detalhado e apropriado com equipes integradas também pelos especialistas que participaram do delineamento da investigação e coleta de dados, cuja participação nas etapas finais é fundamental para a garantia da qualidade e unicidade do produto. Empregaram-se para esse relatório, dados provenientes do estudo transversal: inquérito conduzido com aplicação de um questionário a cada trabalhador da população do estudo (correspondente às bases de dados QUES1, QUES2, QUES3, QUES3a, QUES4), resultados do exame físico (PHYEX), resultados dos exames laboratoriais sorológicos (SMA20X), da hematimetria (LBU), das provas de função da capacidade respiratória (PFT), e dos marcadores biológicos da exposição ao tolueno, benzeno e xileno (BTX). Os dados resultantes do exame dermatológico e radiológico não se encontravam em condições de análise epidemiológica (sem codificação). Dos dados provenientes do Instituto de Neurociências de Cuba, empregou-se uma das conclusões e alguns resultados de provas incluídas no exame neurológico, especificamente audição (não se trata de exame audiométrico) e reflexos. Os resultados conclusivos do estudo psicológico, de neurocondução e das demais áreas do exame neurológicas não se encontravam nas bases de dados disponíveis. Vale notar que ainda restam algumas poucas variáveis sem identificação nas bases de dados de marcadores biológicos de exposição. Os dados ambientais foram utilizados para criação da variável grupos de risco, tomada como uma das independentes principais. No apêndice 1 apresentam-se a planilha com a identificação dos bases de dados. 2 . Metodologia
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| Pergunta de Investigação | Abordagem Analítica | Avaliação
Da Factibilidade |
| 1.Quais são os Postos de Trabalho e trabalhadores sob riscos ocupacionais conhecidos? | Descritiva
-Mapas de Risco (Higiene e Segurança Ocupacional) -Mensurações Ambientais por Local de Trabalho -Setores com Níveis de Exposição acima dos LT |
Banco de dados sobre Riscos Ambientais não dispõem
de link individuais para os dados de saúde.
As mensurações dos marcadores biológicos da exposição BTX foram realizadas antes da jornada de trabalho. |
| 2.Quais as prevalências das enfermidades ocupacionais? | Descritiva
Prevalência de doenças ocupacionais |
Não existem dados sobre doenças ocupacionais.
Não factível |
| 3. Quais as prevalências de quadros pré-clínicos de doenças ocupacionais ou enfermidades ocupacionais em estágios precoces? | Descritiva
Prevalência de quadros pré-clínicos ou em estágio precoce de doenças ocupacionais |
Não existem dados sobre doenças ocupacionais
em estágio precoce ou pré-clínico
Não factível |
| 4.Quais as prevalências de problemas de saúde comuns nessa população? | Descritiva
Prevalência de: -Alterações em exames laboratoriais, -Queixas ou sintomas, -Morbidade referida -Fatores de risco conhecidos -Acesso a serviços de saúde |
Análise factível com os dados disponíveis exceção para o acesso aos serviços de saúde. |
| 5.Existem evidências de fatores de risco ocupacionais não conhecidos nessa empresa? | Análise Exploratória
Análise tabular bivariada com variáveis dependentes (queixas, alterações laboratoriais, etc) e as variáveis independentes (proxy de exposições presumidas). |
Análise factível |
| 7. Quais são os fatores de risco ocupacionais (potenciais)? | Análise confirmatória de estudo transversal.
Análise estratificada e multivariada ( diversos modelos estatisticos). Requer modelo de predição (teórico) com definição de covariaveis. |
Análise factível para al-guns fatores de risco ocu-pacionais potenciais iden-tificados para sintomas /queixas. |
Como foram sintomas, sinais e lesões a maioria dos dados registrados sobre as condições de saúde dos trabalhadores, a análise dos dados se tornou bastante longa devido ao grande número de variáveis que poderiam ser tratadas como dependentes. Como se sabe, cada variável dependente requer um percurso específico de análise, mesmo que esta seja definida como do tipo exploratória, ou seja, com diversas variáveis independentes, sem a consideração de uma ou mais como "efeitos principais" (main effect) típica dos estudos de identificação de fatores de risco (confirmatórios).
Estas variáveis representam os efeitos, agravos ou sintomas
referidos pelos trabalhadores, além resultados anormais nos exames
laboratoriais e funcionais. Devido ao grande número dessas variáveis
selecionaram-se algumas de maior importância clínica ou que
apresentaram-se em magnitude tal que estavam por merecer mairo detalhamento.
Diagnóstico neurológico (NEURO, 1=anormal, 0=normal)
Audição – normal ou alterada(AUD " )
Reflexos aquiliano, patelar, tricipital, bicipital e estilo-radial
Escore de sintomas respiratórios (SCORESP)
Forced Vital Capacity (FVC)
Forced Expired Volume 1st sec (FEV1)
Forced Expiratory Flow at 50% of FVC (FEV50)
Forced Expiratory Flow at 75% of FVC (FEV75)
Maximal Mid-Expiratory Flow at 25% to 75% of the FVC (FEF25_75)
FEV1/FVC Ratio (FVFVC_80 or FVFVC_5)
Hemoglobina (Baixa <13.8 (HIPGL)
Leucócitos (Leucopenia <5000 (LEUP) Leucocitose>= 10000 (LEUCOC)
Eritrócitos (Eritropenia <4500 (ERIP), Eritrocitose>5690 (ERIC)
Plaquetas (Plaquetopenia<1500 (PLAQ), plaquetocitose> 2900 ()
Hematócrito (Baixo <40.7, ALTO (>50.2)
Sintomas selecionados
Colúria (Sim=1, Não=0)
Diminuição do equilíbrio ((Sim=1, Não=0)
Irritabilidade (Sim=1, Não=0)
Resultados do exame sorológico
Glicemia
Ácido úrico
BUN (blood urea nitrogen)
Creatinina
BUN/Creatinina razão
Sódio
Potássio
Cloro
Cálcio
Fósforo
Proteinas Totais
Albumina
Globulinas Totais
Albumina/globulina (A/G) razão
Bilirrubina Total
Fosfatase Alcalina
Lactato des-hidrogenase (LDH)
SGOT (ALT)
SGPT (AST)
GGT
Ferro total
Colesterol total
Triglicéridas
HDL colesterol
VLDL colesterol
LDL colesterol
Colesterol/HDL razão
O local de trabalho, definido como área ou planta, foi considerado
como outra variável proxy de exposições ocupacionais.
Considerou-se apenas os trabalhadores que haviam trabalhado pelo menos
três meses em uma das plantas referidas no seu último e penúltimo
emprego na ECOPETROL. (ÁREA – permite excluir os jubilados, A_REA,
nova classificação 12/06). Consta de cinco categorias: Parafinas,
Aromáticos, Elementos Externos, Manutenção e Laboratório
Esta variável foi definida por profissionais envolvidos no
estudo ambiental. Uma lista dos trabalhadores por grupo ocupacional encontra-se
no Apêndice 3. Compõem-se de: 1)Supervisores / tableristas
; 2) Operadores de manutenção de planta; 3) Operadores de
manutenção de campo; 4) Operadores de manutenção
de taller; 5) Analistas de laboratorio; 6) Outros.
Define-se a partir das respostas obtidas no Questionário
do Estudo sobre as Condições de Saúde para a diferença
entre as datas de admissão e final (data atual) no cargo atual (TEMPOE1).
Para algumas análises, essa variável foi utilizada como contínua,
com imputação de 11 valores perdidos com a média,
após a transformação de dois outliers em dados perdidos,
e categorizada (T_ECO 0=0 a 7 anos, 1=7.1 a 16 anos, 2= Mais de 16 anos)
de acordo com tertis. Vale ressaltar que esta variável por ser possivelmente
colinear com idade deverá ser cuidadosamente abordada nas análise
subsequentes.
Apenas mensurações de ácido hipúrico
total, e corrigido por creatinina, além da creatinina foram encontradas
com dados válidos para o total da população de estudo.
Resultados das mensurações de marcadores biológicos de exposição
Ácido hipúrico total na urina (HIPPENZ )
Ácido hipúrico ajustado por creatinina na urina (HIPPBTM)
Creatinina na urina (HIPPCRE)
Idade (IDAC 0=23 a 40 anos, 1=41 a 48 anos, 2=>48 anos)
Raça (RACA 0=Brancos, 1=Mestiços, negros, indígenas)
Estado Civil (ECIV 0=Casados, 1=Solteiros, 3=Outros) *
Número de filhos (N_FIL 0=1 a 2 filhos, 1= mais de 2 filhos)
Tempo de residência em Barrancabermeja
Body Mass Index (BMI)
Tensão arterial sistólica inicial (SBP1, em mmHg)
Tensão arterial diastólica (DBP1, em mmHg)
Hipertensão arterial sistólica 1a. (hipers, Sim=>150mmHg Não=<150 mmHg)
Hipertensão arterial diastólica 1a. (hiperD, Sim=>95mmHg Não=<95 mmHg)
Fumante de cigarros* (N12FUMAA, ". )
Duração do hábito de fumar cigarros (T_FUMA, 0=até 5 anos, 1=5-15 anos, 2=>15 anos)
Número de cigarros por dia (N_CIG, 0=até 2p/dia, 1=3-10, 2=>10/dia)
Para clareza da compreensão dos dados a análise foi
realizada em módulos para cada uma das variáveis independentes
– Área, Grupos de Risco e Duração do Trabalho na ECOPETROL
e os marcadores biológicos de exposição ácido
hipúricona urina (corrigido) e ácido hipúrico corrigido
por creatinina. É importante ressaltar que para a produção
de informações específicas para a montagem do sistema
de vigilância epidemiológica, é necessário a
identificação de grupos de trabalhadores nos quais sejam
elevadas as estimativas de ocorrência de enfermidades, independentemente
de inferências estatísticas sobre uma possível associação
desses agravos com uma certa categoria de uma variável independente
(Sanches, 1993). Decisões em saúde pública estão
pautadas em critérios epidemiológicos de magnitude de ocorrência
mas também, no impacto social desses agravos, na existência
de medidas de intervenção apropriadas, os custos, o custo-benefício
e também em prioridades políticas. A identificação
de fatores de risco consiste de uma outra etapa, anterior à decisão
política de definição de intervenção.
Para evitar riscos de equívocos dessa natureza, como também
para maximizar o aproveitamento dos dados desse estudo, cujo poder estatístico
é pequeno para muitas das análises requeridas, definiu-se
etapas de análise de acordo com o Quadro 1 mostrado previamente.
Estimaram-se prevalências de sintomas e/ou queixas (proporções
de casos em percentagem) de fatores de risco para doenças crônicas
de acordo com as variáveis independentes – Área, Grupos Ocupacionais,
Duração do Emprego na ECOPETROL e Tipo da Força de
Trabalho (ativa ou inativa).
Comparações entre estimativas de prevalência
de sintomas/agravos de cada uma das categorias das variáveis independentes
serão feitas com uma delas, tomada como referência (de menor
risco presumível), empregando-se o Teste do Qui-quadrado, adequado
para distribuições binomiais. Também foram estimadas
medidas que expressam diferenças entre as prevalências, Razões
de Prevalência - não se considera odds ratio porque esse é
um estudo transversal e não de caso-controle, enquanto que para
a estimação estatística serão utilizados Intervalos
de Confiança a 95% calculados com o método Base-teste. Para
variáveis dependentes ou independentes categoriais não dicotômicas
serão empregados o X2 de tendência. Adotam-se um alfa de 0.05
para testes bicaudais. Ainda em uma perspectiva exploratória serão
calculadas medidas padronizadas por idade e por tempo de trabalho na ECOPETROL
tomando-se como referência o grupo (categoria ) de expostos. Ressalte-se
que não se trata de um ajuste para confundimento mas tão
somente prover medidas padronizadas para comparação.
Com algumas das hipóteses definidas para análise serão
desenvolvidas análises específicas. Para tal, serão
selecionadas hipóteses e definidos modelos teóricos para
cada um dos "efeitos principais". Baseando-se nas distribuições
e caraterísticas das variáveis dependentes serão empregados
modelos hierarquizados. Como a maioria das variáveis dependentes
foi dicotomizada, a regressão logística que requer poucas
suposições, será variáveis para as quais exista
documentação demonstrando esse papel para a hipótese
em análise. Empiricamente, se considera confundimento como a co-variável
que se associe com a exposição principal entre os não
casos e simultaneamente com a enfermidade/agravo entre os não expostos,
não sendo presumível o seu papel como variável intermediária
no caminho causal.
Na análise de regressão logística foram utilizados procedimentos "para trás" (backward) a partir de um modelo saturado. Inicialmente foram introduzidos produtos-termo para avaliação de modificação de efeito mediante aplicação do Teste de Razão de Verossimilhança (Kleinbaum, 1994). Confundidores são as variáveis candidatas cujas retiradas do modelo saturado determinem mudanças de pelo menos 0.2 nas estimativas pontuais ou nas respectivas medidas de precisão (intervalos de confiança) ou sejam reconhecidos como tais na literatura. Para cada modelo final, estimaram-se Razões de Prevalência e os intervalos de confiança para 95% com o uso do Método Delta (Oliveira et al., 1997), ajustadas para os confundidores (medidas sumarizadas) e controladas (estrato específicas) para os modificadores de efeito. Realizaram-se diagnóstico de regressão para influência de observações e aplicado o Teste de Hosmer & Lemeshow. Exame da colinearidade foi realizado para as variáveis independentes, especialmente aquelas tempo dependentes como as relacionadas com a idade (duração de trabalho, tempo ao início do trabalho, etc.) (Kleinbaum 1994). Para todas essas análises foi empregado o SAS Software versão 6.12 para Windows.
3.1 Estudo das Áreas de Trabalho
3.2.Estudo dos Grupos Ocupacionais
3.3.Estudo da Duração do
Emprego na ECOPETROL
3.4 Estudo dos Aposentados
A base de dados original compunha-se de dados para 733 indivíduos. Foram excluídos oito mulheres (número insuficiente para análise) e 12 observações para os quais os dados sobre a ocupação estava ausente. O grupo de trabalhadores Afastados (inativos) integra 113 pessoas não incluídas nessa análise devido a diferenças no processo de amostragem e coleta de dados.
De acordo com a Tabela 1.1, verifica-se que na população
de estudo, o grupo de Manutenção foi o mais numeros contribuindo
com 44.7% da amostra. Este grupo concentra os trabalhadores mais idosos
(28.1% acima de 48 anos), casados, com maior número de filhos e
famílias mais numerosas e também com maior tempo de residência
na área do estudo e tempo de emprego na ECOPETROL. Os trabalhadores
do Laboratório têm características semelhantes àquelas
descritas para a Área de Manutenção. Distintamente,
as áreas de Parafinas e Aromáticos concentram os mais jovens,
e consequentemente, concentram os solteiros, e/ou sem filhos. Trabalhadores
do grupo de Aromáticos e Elementos Externos têm menores tempos
de trabalho na ECOPETROL do que os demais (Tabela 1.2).
Embora não houvesse diferenças significativas nas médias de altura e peso (1,67m e 77,8 kg para o total da população, respectivamente) de acordo com a Área de Trabalho, verificou-se uma elevada proporção de pessoas com Índice de Massa Corporal acima do ideal, cerca de 94,0%, com maior frequência entre os trabalhadores do Laboratório e Aromáticos (Tabela 1.3). Este é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares decorrente de hábitos de vida como a dieta e sedentarismo. A prevalência de hipertensão sistólica não tratada (não se incluiu os indivíduos que estavam sob tratamento para hipertensão) foi de 6.0%. Observou-se inconsistências nas respostas dadas às questões relativas ao hábito de fumar, aparentemente por não terem sido diferenciadas as características atuais da experiência passada de ex-fumantes. A frequência de fumantes é de 18.6%, não havendo diferenças de acordo com as diversas Äreas de Trabalho, exceção para a intensidade do hábito, aparentemente maior entre os trabalhadores da Área de Manutenção. A avaliação do consumo de bebidas alcoólicas ficou prejudicada por não terem sido utilizados instrumentos que permitissem a identificação da intensidade ou problemas associados que indicassem beber-patológico. Cerca de 89,4% referiram-se como consumidores de bebidas alcoólicas, e aparentemente, o aumento da tolerância ao álcool auto-referido, sinal de uma possível dependência ao álcool, foi estimado em 3,8% da população do estudo, sem variações significativas entre os grupos (Tabela 1.3).
Na Tabela 1.4 estão mostradas as prevalências de diagnóstico de anormalidade ao exame neurológico, 16.4%, que é mais frequente entre os trabalhadores da Área de Manutenção (21,7%) e Parafinas (17.3%), diferenças estatisticamente significantes (p<0.05). O grupo com menor prevalência de alterações neurológicas é o de trabalhadores da Área de Elementos Externos (7.7%), onde todos os casos com diagnóstico positivo foram devido a redução da capacidade auditiva, tal como avaliado pela audiometria. Alterações dos reflexos foram mais comuns entre os trabalhadores do setor de Parafinas e Aromáticos, particularmente o tricipital, bicipital, e estilo-radial também com diferenças estatisticamente significantes (p<0.10).
Os resultados das provas de função respiratória mostradas nas Tabelas 1.5 e 1.6 demonstram diferenças apenas quando o ponto de corte é definido em 80,0% (ponto de corte tradicional, mais apropriado para triagem em estudos de vigilância). Maiores frequências de alterações da capacidade respiratória foram observadas entre os trabalhadores da Área de Manutenção e Laboratório. Todavia, a prevalência de Escore Respiratório (somatório de sintomas respiratórios) elevado foi maior entre os trabalhadores de Parafinas e Laboratório (diferenças não estatisticamente significantes).
Os dados relativos aos resultados anormais dos exames laboratoriais apontam para altas prevalências de fatores de risco para doenças crônicas como a glicemia elevada (9,3%), colesterol (52,8%), triglicéridas (37,8%) e todas as demais frações. Notam-se também elevações de prevalências de resultados alterados para o potássio (4,2%), cloro (2,5%), fósforo (7,7%), bilirrubina (3,8%) e GGT (15,3%) (Tabela 1.7). Nenhuma diferença foi estatisticamente significante de acordo com a Área de Trabalho.
Na Tabela 1.8 estão apresentados os resultados da hematimetria. Baixos níveis de hemoglobina afetam cerca de 9.7% da população do estudo. Encontraram-se 50 trabalhadores com baixo número de leucócitos, (abaixo de 5000), com prevalência estimada em torno de 8.3%. A prevalência de leucocitose foi estimada em 4.8%. Alto número de plaquetas foi encontrado em 9,5% dos indivíduos, enquanto que alto valor de hematócrito foi verificado em 5.0% das amostras. Não houve diferenças estatisticamente significantes entre as Áreas de Trabalho para nenhuma dessas medidas, embora a leucopenia apresente valores mais elevados entre os trabalhadores da área de Elementos Externos e Laboratório.
Apesar da limitação das medidas do ácido metil hipúrico e hipúrico na urina, cujas amostras foram coletadas antes do turno de trabalho, analisam-se as suas distribuições em referência ao tertil e proporção de valores altos para o ponto de corte no 2o. decil e com ponto de corte em 0.40g/g. Verificam-se uma maior concentração de valores altos (terceiro tertil) para ácido hipúrico total na urina entre os trabalhadores da área de Elementos Externos, diferença não estatisticamente significante (Tabela 1.9). Os valores mais elevados para o ácido hipúrico e metil hipúrico corrigidos para creatinina, todavia, tiveram frequências maiores entre os trabalhadores da área de Aromáticos e Laboratório.
Nas Tabelas 1.11 a 1.20 apresentam-se dados relativos à comparações das prevalências de alguns dos efeitos e exposições entre as diversas áreas em consideração, tomando-se todas as demais como grupo referente. Valores ajustados por idade são acrescentados para permitir comparações independentemente do efeito da idade. Note que como os referentes mudam para cada categoria, comparações inter-categorias devem ser tomadas com precaução. Ademais não se tratam de comparações entre uma categoria de expostos e outra de não expostos mas apenas entre trabalhadores de áreas de trabalho diferentes. Os resultados apontam para uma grande homogeneidade entre as razões de prevalência, evidenciada pela pequena magnitude das diferenças e intervalos de confiança a 95% muito pequenos. Verificam-se que os trabalhadores da Área de Manutenção estão mais afetados por alterações neurológicas e redução da FORCED EXPIRATORY FLOW 25 a 75% independentemente da idade (razões de prevalência ajustadas em nível borderline de significância estatística). Os maiores valores de ácido hipúrico total na urina concentram-se entre os indivíduos da área de Elementos Externos.
A população do estudo teve maior número proporcional
(Tabela 2.1) de Operadores de Planta (26.2%) que é também
o mais jovem, com maior proporção de solteiros, sem filhos,
e famílias menores. Os trabalhadores com mais de 48 anos de idade
se concentram no grupos de Supervisores/Tableristas (35,7%). Consistentemente
com o padrão de idade, são os Operadores de Planta que têm
menores tempo de residência no último endereço, na
área do estudo e também menor tempo de emprego na ECOPETROL
(Tabela 2.2).
Não houve diferenças significativas em relação ao Índice de Massa Corporal, hipertensão sistólica ou diastólica de acordo com o Grupo Ocupacional (Tabela 2.3) . Todavia, notam-se que o hábito de fumar é mais comum entre os Operadores Talleristas (29.2%) e de Manutenção (26.8%). Aparentemente o consumo de tabaco mais intenso ocorre entre os Supervisores Tableristas, e Analistas de Laboratório. Não houve variações relevantes da prevalência do aumento da tolerância a bebidas alcoólicas entre os diversos grupos ocupacionais.
Alterações notadas ao exame neurológico foram mais comuns entre os Operadores de Manutenção (26.3% para uma proporção esperada de 16.4%), seguidas pelos Supervisores Tableristas (19.4%) e Operadores Talleristas (18.9%), diferenças estatisticamente significantes (p<0.001). O diagnóstico mais comum em todos os grupos foi o de redução da capacidade auditiva. Algumas alterações nos reflexos foram observadas com maior frequência entre os Operadores de Planta e de Manutenção (Tabela 2.4).
Os grupos de trabalhadores mais afetados por alterações na capacidade respiratória quando estimada pela Razão FEV-1seg/FVC são os Operadores de Planta (28.7%) e Supervisores Tableristas (23.5%). Para as demais provas, à exceção da FVC e FEV 1seg que não se diferenciaram entre os Grupos Ocupacionais, observaram-se maiores prevalências de alterações entre os Operadores de Manutenção (Tabela 2.5 e 2.6). Não houve variações de acordo com esses Grupos para Escores respiratórios elevados.
Os resultados anormais do exame sorológico (Tabela 2.7) mostram altas prevalências de fatores de risco para doenças crônicas entre os Supervisores/ Tableristas e aqueles classificados como Outros grupos não classificados. O cloro em níveis acima do normal foi mais frequente entre os Analistas de Laboratório (8.3%), que também concentrou maiores prevalências de triglicéridas (43,3%) em níveis estatisticamente significantes.
Na Tabela 2.8 mostram-se os achados da hematimetria que indicam pequenas variações entre grupos não estatísticamente significantes, embora notem-se uma pequena elevação da leucopenia entre os Analistas de Laboratório (11.7% para um esperado de 8.3%). Supervisores /Tableristas apresentaram frequências de valores acima de 0.8g/L para o ácido hipúrico total (Tabela 2.9).
Nas Tabelas 2.10 a 2.12 apresentam-se dados relativos à comparações das prevalências de alguns dos efeitos e exposições entre os diversas Grupos Ocupacionais em consideração, tomando-se todas os demais como grupo referente. Valores brutos e ajustados por idade são mostrados com seus respectivos intervalos de confiança a 95%. Similarmente aos achados para Área de Trabalho, há evidências de uma grande homogeneidade entre os razões de prevalências, evidenciada pela pequena magnitude das suas diferenças e seus intervalos de confiança. Todavia, algumas desvantagens para o Grupo de Operadores de Manutenção de Campo são observadas para alterações neurológicas, e para os Analistas de Laboratório no que se refere ao sintoma de irritabilidade. Altos níveis de GamaGT são mais frequentes entre os Operadores de Manutenção de Talleres (Tabela 2.10). Os resultados das provas de função respiratória mão mostram diferenças estatisticamente significantes para nenhum dos Grupos Ocupacionais em consideração (Tabela 2.11). A leucocitose é aparentemente mais comum nos trabalhadores classificados como em Outros Grupos Ocupacionais. Quanto ao Ácido Hipúrico, observam-se que Supervisores / tableristas apresentam maiores frequências de valores elevados para as medidas totais. Valores corrigidos para creatinina mostram desvantagens para o grupo de Analistas de Laboratório. Não houve outras diferenças estatisticamente significantes em relação a outros efeitos.
As análises das variáveis independentes anteriores
em relação ao tempo de trabalho na ECOPETROL revelaram perfis
diferentes de história contratual dos trabalhadores em relação
a Área de Trabalho e Grupos Ocupacionais. Ou seja, enquanto que
os trabalhadores do Laboratório / Analistas de Laboratório
e da Área de Manutenção são, aparentemente,
mais antigos na empresa, os envolvidos nas Áreas de Parafina, Aromáticos
ou nos Grupos Ocupacionais de Operadores de Campo, de Planta e Talleristas
são de contratação mais recente. Em outras palavras,
as histórias ocupacionais na ECOPETROL se diferenciam de acordo
com as variáveis utilizadas como proxy de exposições.
Desse modo, a análise da duração do emprego na ECOPETROL
requer a consideração de cada Área ou Grupo separadamente,
o que não foi possível dado o pequeno número de trabalhadores
nessas categorias. Assim, conclusões sobre as relações
entre tempo de trabalho na empresa e efeitos sobre a saúde ou exposições
são bastante limitadas e devem sempre ser vistas na perspectiva
das heterogeniedades das Áreas de Trabalho e/ou Grupos Ocupacionais,
provavelmente devidas a processos seletivos internos.
A Duração do Emprego na ECOPETROL é fortemente associada com todas aquelas relacionadas com o tempo, portanto não é supreendente que os mais idosos, casados, com familias mais numerosas, maior tempo de rsidência no último endereço e em Barrancabermeja tenham maior tempo de emprego na ECOPETROL (Tabelas 3.1, 3.2). De modo análogo, fatores de risco associados com a idade como o Índice de Massa Corporal acima do ideal aumenta com o tempo de emprego na ECOPETROL, em níveis estatiticamente significantes (p<0.10) (Tabela 3.3). Interessante notar, que a prevalência de hipertensão arterial sistólica e diastólica são estáveis ao longo dos diferentes nívies de tempo de trabalho, talvez uma evidência do acesso a tratamento, sendo estas medidas reflexo dos casos residuais (não tratados ou resistentes ao tratamento). O hábito de fumar embora aumente com o tempo de trabalho não apresenta diferenças estatisticamente significantes. O aumento da tolerância ao álcool inicialmente estimado em 4.0% entre os trabalhadores com menos de 7 anos na empresa, reduz-se para 1.5% para o grupo entre 7 a 16 anos elevando-se em seguida para 3.8%. Padrões semelhantes foram observados para as prevalências de Escores Psicológicos Elevados e Irritabilidade. Estas variáveis conformam curvas sob forma de U que não são comuns em dados populacionais para doenças crônicas como estas, exceto se leva em consideração processos seletivos ocupacionais (população de trabalhadores ativos) devido à essas próprias patologias.
Como os dados da Tabela 3.4 verificam-se que embora haja uma tendência ao aumento da prevalência de alterações neurológicas com a Duração do Emprego na ECOPETROL não há diferenças estatisticamente significantes. Todavia, para as prevalências de alterações da capacidade auditiva que também conformam uma distribuição em forma de U, as diferenças são estatisticamente significantes (p<0.10). Padrões semelhantes foram observados para as alterações na capacidade respiratória mais graves (razão FV1_FVC com ponto de corte em 5%) (Tabela 3.5. Para as alterações da capacidade respiratória definidas com ponto de corte em 80% (Tabela 3.6), verificaram-se associações positivas com o tempo de trabalho exceto para a FEF 25% a 75% e Escores Respiratórios que apresentam também tendência em forma de U. Este fenômeno ocorre, provavelmente, devido às mesmas razões apontadas para outra disfunção crônica, como o aumento da tolerância ao álcool apontado anteriormente.
Os dados relativos aos resultados anormais dos exames laboratoriais (Tabela 3.7) apontam para o aumento das prevalências de fatores de risco para doenças crônicas em associação com a Duração do Emprego na ECOPETROL, como as proteínas (p<0.10), lactase-deshidrogenase (p<0.10), Gama GT (p<0.05) e triglicéridas (p<0.001). Na Tabela 3.8 estão apresentados os resultados da hematimetria e as medidas de Ácido Hipúrico na Tabela 3.9 que não mostraram tendências de associação com o tempo de trabalho na ECOPETROL em níveis estatisticamente significantes para todos os grupos ocupacionais analisados conjuntamente.
Como as distribuições das prevalências de vários efeitos sobre a saúde evidenciaram que não existe uma tendência linear uniforme com a Duração do Emprego na ECOPETROL, a análise estratificada ou multivariada deverá ser conduzida separadamente para cada um dos efeitos, tomando-se grupos referentes distintos de modo a assegurar o pressuposto da linearidade. Portanto não se apresentam dados comparativos. Vale ressaltar que sendo este um estudo de corte transversal qualquer avaliação de tendências temporais como essa estão comprometidas pela dinâmica da força de trabalho ativo, i.e., terminação do emprego devido a enfermidade, re-alocação, e também a própria seleção dos trabalhadores na perspectiva do que se denomina "efeito do trabalhador sadio". Estes são aspectos que limitam as conclusões sobre associações quando se tratam de populações de trabalhadores ativos, especialmente em estudo transversais.
Incluíndo-se os trabalhadores aposentados (n=113) aos 595
da população ativa após excluirem-se os dados perdidos,
somam-se 708 trabalhadores para essa análise que compara esses dois
grupos de trabalhadores. Vale ressaltar que conclusões devem ser
tomadas ccom precaução devido a diferentes processos de seleção
amostral dos grupos em comparação. Dados relativos a diferenças
estatísticas são apenas de cunho ilustrativo.
Somente dez trabalhadores tinham idade abaixo de 48 anos entre os aposentados, que também apresentam maior número de filhos, de tempo de residência no último endereço e em Barrancabermeja (Tabela 4.1, 4.2). Neste grupo, as prevalências de todos os fatores de risco para enfermedades cardiovasculares estavam mais elevadas do que no grupo de trabalhadores ativos (Tabela 4.3), exceção para o hábito de fumar. Notam-se que o aumento da tolerância ao álcool atinge níveis três vezes maior entre os aposentados (p<0.001), provavelmente devido a aposentadorias devido ao consumo abusivo de bebidas alcoólicas.
São também bastante elevadas as prevalências de alterações neurológicas, auditivas, do sentido da posição, vibração, dor, tátil e da força muscular em membros inferiores entre os aposentados, como também para as alterações da capacidade respiratória e escore respiratório elevado (Tabelas 4.4 a 4.6). Na Tabela 4.7 mostram-se os dados relativos ao exames sorológicos que evidenciam maiores frequências de valores alterados entre os aposentados para a glicemia, cloro, proteínas, fosafatase alcalina, lactase des-hidorgenase,colesterol total e LDL.
Quanto as alterações hematimétricas (Tabela 4.8), notam-se que a leucocitose é quase duas vezes mais frequente entre os aposentados do que os trabalhadores ativos, o mesmo acontencendo para alterações no número de plaquetas e do hematócrito (p<0.001). Supreendentemente, não foram verificadas diferenças entre os niveis elevados da distribuição do ácido hipúrico ajustado e total na urina entre o grupo de aposentados e trabalhadores ativos (Tabela 4.9).
4.1 Identificação de
problemas de saúde comuns. 4.2
Identificação de Fatores de Risco Ocupacionais Potenciais
Apesar das limitações inerentes a um estudo de corte transversal foi possível o delineamento de respostas a muitas das questões que orientaram essa pesquisa. Apresentam-se as conclusões para cada uma das questões definidas:
Verificou-se que a população de estudo apresenta altas
prevalências de fatores de risco para doenças cardiovasculares
como o peso acima do ideal, hipertensão arterial diastólica
e sistólica, hábito de fumar, altos níveis de colesterol
total e triglicéridas o que aponta para a necessidade de se estabelecer
programas voltados para mudanças comportamentais relativas a hábitos
de vida, como o sedentarismo e dieta não adequadamente balanceada.
No Anexo III apresentam-se uma lista dos trabalhadores que tiveram dados
indicativos de serem grupos de risco para doenças cardiovasculares
para programas de prevenção.A ausência de associação
positiva da prevalência de hipertensão arterial sistólica
e diastólica com a idade leva a pensar na necessidade de maiores
atenções com o acesso ao tratamento especialmente entre os
mais jovens e a continuidade do tratamento. A prevalência de quase
4.0% de aumento da tolerância ao álcool é elevada,
considerando-se que esta é uma população de trabalhadores
ativos. Programas de prevenção voltados para a oferta de
terapias grupais de ajuda mútua para esses trabalhadores são
recomendados (Lista de trabalhadores com Aumento da Tolerância ao
Álcool no Anexo IV).
Alterações do sistema nervoso e psicológicas foram muito comuns na população do estudo o que aponta para a necessidade de programas de prevenção e tratamento específicos. Entre as alterações neurológicas as causas mais comuns foram a redução da perda auditiva comum em ocupações industriais onde é deficiente o uso de equipamentos de proteção individual ou são fracas as medidas de controle do ruído. Atenção especial a esta exposição deve ser focalizada nos programas de intervenção para a saúde do trabalhador (ANEXO IV). Quanto aos sintomas psicológicos, embora sejam comums em grupos populacionais urbanos, trata-se de uma população de trabalhadores do setor industrial, masculina, onde se esperava menores frequências. Estudos mais específicos para se idenificar a natureza da origem dos sintomas são necessários, que enfoquem também aspectos da cultura, migração, familia e também relativos a organização do trabalho e a participação dos trabalhadores.
Também foram comuns os problemas respiratórios nessa população que precisam de melhor detalhamento tanto na sua caracterização (pneumologista) como na identificação da sua origem (ANEXO V). A leucopenia, considerando-se o ponto de corte de 4000, foi muto rara, menos de 1%, levando a que se utilizasse o ponto de corte em 5000. Com isto identificou-se 8.3% de prevalência (ANEXO VI). Para a leucocitose, estimada em 8.0% utilizou-se os ponto de corte tradicional em 10000 (ANEXO VII)
O exame de fatores de risco ocupacionais potenciais requer a integração
dos dados obtidos no estudo ambiental com os dados individuais, o que não
ficou disponível para essa análise. Baseando-se nas variáveis
proxy Áreas de Trabalho e Grupos Ocupcionais verificou-se que todas
as categorias apresentaram-se muito parecidas, tanto em termos das exposições
(Relato de consultor do Estudo Ambiental), quanto dos efeitos. Assim, foram
muito pequenas as diferenças de prevalências das enfermidades/
agravos estudadas, como também das medidas dos intervalos de confiança.
Todavia, notam-se que os trabalhadores da Área de Manutenção
estão mais afetados por alterações neurológicas,
especialmente a perda auditiva, como também de alterações
da capacidade respiratória, mesmo após o ajuste por idade.
Medidas de ácido hipúrico mais elevadas da distribuição
obtida nesse estudo acham-se entre os trabalhadores da Área de Elementos
Externos.
Quanto aos Grupos Ocupacionais verificam-se que os trabalhadores do grupo de Operadores de Manutenção de Campo encontram-se mais comumente afetados por alterações neurológicas (redução da capacidade auditiva). Analistas de Laboratório apresentam maiores frequencias relativas de sintomas de irritabilidade, e níveis elevados de cloro no sangue. A GamaGT elevada foi mais frequente entre os Operadores de Manutenção de Talleres, enquanto que o ácido hipúrico não corrigido acima de 0.8g/L foi mais comum entre os Supervisores/ Tableristas (ANEXOS VIII e IX).
A duração do emprego na ECOPETROL foi um fator associado com o número de sintomas psicológicos mesmo após o ajuste por idade. Notou-se evidências de mecanismos de seleção e terminação do emprego provavelmente relacionados com o aprecimento de enfermidades ou sintomatologia crônica que diferem por cada uma das Äreas de Trabalho e Grupos Ocupacionais. A natureza trasnversal do estudo impede o melhor esclarecimento dessa dinâmica típica do chamado "efeito do trabalhdor sadio".
Os aposentados encontram-se com maiores problemas de saúde do que a população ativa, mas as conclusões são bastante limitadas devido aos efeitos decorrentes dos processos amostrais.
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 2050 | Op. Patio "C"
U-1600 U-1700 |
34 | 6 | 36 | 24 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 2040 | Op. Tanque Norte "D" | 47 | 17 | 23 | 12 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 2070 | Obrero Limpieza | 34 | 39 | 15 | 11 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 2030 | Op. Patio Zona Norte "B" | 46 | 38 | 11 | 5 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 2060 | Obreros Cuarto Cambio | 14 | 82 | 5 | 0 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 2031 | Op. Patio Zona Sur "B" | 73 | 17 | 4 | 6 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 2041 | Op. Tanque Sur "D" | 65 | 30 | 3 | 2 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 2020 | Tablerista para 1300 y 1400 | 34 | 61 | 3 | 1 | Intervención a futuro para incrementar eficiencia, comodidad y seguridad |
| 2021 | Para 1500, 1600 y 1700 | |||||
Elementos Externos
CLAVES OFICIO OWAS (%) COMENTARIOS
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 3030 | Op.CB 5 (Gasolina ACPM, Kero, Jet, CLD, Avigas) | 59 | 20 | 16 | 5 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 3130 | Op. CB1 | 59 | 20 | 16 | 5 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 3140 | Op. CB2 | 59 | 20 | 16 | 5 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 3160 | Op. CB 4 | 59 | 20 | 16 | 5 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 3170 | Op. CB 8 | 59 | 20 | 16 | 5 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 3120 | Conductor y Ayudante Camión Vació | 35 | 43 | 11 | 11 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 3070 | Separadores Nte. | 61 | 25 | 11 | 2 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3060 | Obrero CB 5 | 21 | 60 | 11 | 8 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3131 | Obrero CB 1 | 21 | 60 | 11 | 8 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3141 | Obrero CB 2 | 21 | 60 | 11 | 8 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3161 | Obrero CB 4 | 21 | 60 | 11 | 8 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3171 | Obrero CB 8 | 21 | 60 | 11 | 8 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3020 | Op CB 6 y 7 (Tanques Aromáticos (9) y productos pesados (5)). | 34 | 17 | 10 | 39 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 3071 | Separadores Sur | 64 | 20 | 10 | 6 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
CLAVES OFICIO OWAS (%) COMENTARIOS
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 3100 | Op. Patio Tablerista PTAR. | 67 | 21 | 9 | 3 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3050 | Op.Llen.Aromático
(Xilenos,Ortoxileno, Ciclohexano,Tolueno,Benceno, y Aromáticos Pesados) |
66 | 24 | 7 | 3 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3090 | Tablerista y Op. PatioPTAR Actividades combinadas | 52 | 41 | 7 | 0 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3135 | Op. Llenadero CB 1 (Carrotanques) | 58 | 30 | 7 | 5 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 3040 | Op. Drenaje
Tanques (desaguador) |
85 | 13 | 2 | 0 | Intervención a futuro para incrementar eficiencia, comodidad y seguridad |
Mantenimiento
CLAVES OFICIO OWAS (%) COMENTARIOS
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 4020 | Paileros (Campo) | 8 | 28 | 44 | 19 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4090 | Mecánicos Campo (Campo) | 12 | 32 | 37 | 19 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4150 | Instrumentista (Electronico-Analistas-(Taller)) | 34 | 33 | 31 | 2 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4030 | Tuberos (Campo) | 22 | 50 | 27 | 1 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4040 | Tubero (Taller) | 41 | 19 | 26 | 14 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4140 | Instrumentista (Campo) | 14 | 58 | 26 | 2 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4110 | Eléctricos (Campo) | 35 | 37 | 23 | 5 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4100 | Eléctrico (Taller) | 23 | 49 | 21 | 7 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4050 | Soldadores | 19 | 43 | 19 | 19 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4080 | Mecánicos campo (Taller) | 13 | 52 | 19 | 16 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4160 | Instrumentas (Electronico-Analitico (Campo)) | 37 | 41 | 19 | 3 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4170 | Pintores | 31 | 46 | 15 | 8 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
| 4010 | Paileros (Taller) | 16 | 66 | 12 | 6 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 4070 | Mecánicos Taller (Válvulas) | 16 | 61 | 12 | 11 | Intervención inmediata o acorto plazo. Riesgo alto. |
CLAVES OFICIO OWAS (%) COMENTARIOS
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 4130 | Instrumentistas (Taller) | 24 | 63 | 11 | 2 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 4190 | Obreros | 18 | 66 | 11 | 5 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 4060 | Mecánicos Taller (Maq. y Herram.) | 38 | 47 | 8 | 7 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
| 4120 | Eléctrico (Laboratorio) | 35 | 58 | 6 | 1 | Intervención a corto plazo. Riesgo moderado a alto. |
Laboratorio*
CLAVES OFICIO OWAS (%) COMENTARIOS
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 5180 | Bodeguero | 57 | 40 | 3 | 0 | Intervención a futuro para incrementar eficiencia, comodidad y seguridad |
| 5160 | Analista Cromatografía Gases (en general) 3 turnos | 75 | 23 | 2 | 0 | Intervención a futuro para incrementar eficiencia, comodidad y seguridad |
(*) Todos los demás oficios no obtuvieron posturas de las categorías 3 y 4 por lo que no se incluyen.
5. INTEGRACIÓN DE CONCLUSIONES Y RECOMENDACIONES DE
ACUERDO A LA FASE I Y FASE II
Como consecuencia de los estudios cualitativo y cuantitativo practicados en la compañía ECOPETROL, se derivaron una serie de conclusiones en los ámbitos de higiene industrial, seguridad y ergonomía que resulta necesario analizar para ello integrar las concordancias y discrepancias que sustentan las recomendaciones finales.
De esa manera en forma resumida se describen a continuación los aspectos relevantes derivados del estudio cualitativo y los que corresponden al cuantitativo encontrados como consecuencia de las orientaciones del primero.
(Texto integro de informe original)
Las conclusiones obtenidas en el trabajo realizado en la 1º fase del estudio integrado, deben entenderse como resultados parciales y se restringen exclusivamente a esta 1º fase del estudio cualitativo, como lo hemos señalado en la introducción de este informe.
Cabe por lo tanto, completar este estudio con la fase cuantitativa en donde se tendrá una visión objetiva de la situación así como resultados concretos.
Las conclusiones que son presentadas a seguir, tienen como objetivo dar una visión crítica al esfuerzo que la empresa viene desarrollando durante años, para mejorar políticas y programas de Salud Ocupacional.
La visión moderna y técnica, indica la necesidad de contar en la práctica, con directrices básicas, documentadas por escrito, de fácil compresión para todos los trabajadores y practicadas por éstos en el día a día de sus acciones operacionales.
Cuando indicamos que falta, no fue verificado, estamos diciendo que no encontramos estos documentos escritos o no están siendo practicadas las acciones de prevención.
ASPECTOS POSITIVOS DESARROLLADOS POR ECOPETROL QUE PUEDEN SER CITADOS:
Desarrollo del proyecto: Salud Ocupacional en la industria del Petróleo.
El desarrollo de este proyecto a través de una negociación de ECOPETROL con el Sindicato de trabajadores del Petróleo (USO) y con la participación del Ministerio de la Salud y OPS/OMS, ha permitido un notorio adelanto de conocimiento, técnicas y recursos en las áreas de Salud Ocupacional en el C.I.B.
Este proyecto que se extiende por varios, años, ha permitido la participación de equipos multidisciplinares de consultores, que sin duda ayudaron a consolidar y actualizar las prácticas adecuadas en Salud Ocupacional en el C.I.B.
Programa de Prevención de Pérdidas en el Complejo.
El programa orientado por The international Loss Control Institute (ILCI) de los Estados Unidos está siendo implantado en el C.I.B. y alcanza actualmente varios niveles de la jerarquía de la compañía.
Este programa una vez implantado en su totalidad, traerá resultados efectivos y positivos en el tratamiento de los problemas generados en el área de la Salud Ocupacional.
El programa no llego aún nivel Operacional.
Conocimiento técnico.
ECOPETROL y sus profesionales detectan conocimientos y tecnología necesarios para refinar y transformar productos derivados del Petróleo.
Las buenas prácticas de producción deben contribuir para facilitar la implantación del control de los riesgos ocupacionales.
Disponibilidad de recursos.
Ha sido extremamente positivo para el adelanto y evolución de control de riesgos ocupacionales en el C.I.B., la aplicación de recursos tanto financieros como humanos, lo que ha permitido la creación y funcionamiento de un departamento de Salud Ocupacional bien estructurado que viene desarrollando diversas acciones de estudio de evaluación de riesgos y orientando medidas de control para los problemas detectados.
Recursos de equipos para el muestreo de Higiene Industrial.
Son de gran importancia para el desarrollo de Higiene Industrial los equipos para efectuar las evaluaciones cuantitativas. El SOA, cuenta actualmente con un conjunto básico de equipos de muestreo y con profesionales con un buen nivel de formación técnica y que garanticen un desarrollo futuro de la Higiene Industrial en el C.I.B.
Infraestructura para la atención médica.
La empresa cuenta con infraestructura completa hospitalaria, para la atención médica de sus funcionarios, incluyendo emergencias y Salud Ocupacional.
Ropas y EPP para los funcionarios.
La empresa proporciona ropas de trabajo y Equipos de Protección Personal para todos los funcionarios que deben actuar en las plantas de procesos.
Existe un programa permanente para su adquisición y un contacto permanente con fabricantes y representantes de estos equipos a nivel nacional e internacional. Gran parte de este material es de buena calidad.
Las fallas detectadas se refieren a la ausencia de directrices para su:
adecuación al riesgo;
adecuación a los trabajadores (aspectos ergonómicos);
Capacitación para su uso;
mantenimiento, incluyendo guarda, limpieza e higienización;
mantenimiento de equipos sofisticados como los autocontenidos;
falta de un buen programa de protección respiratoria que incluya todos estos ítem.
Herramientas manuales.
De acuerdo con este estudio, en una primera observación las herramientas manuales se presentan como siendo de buena calidad y en número suficiente.
Metas de Seguridad para el nivel Directivo
Para el nivel directivo existen metas de Seguridad las cuales son formuladas anualmente.
Estas directrices son importantes y deberían extenderse a través de una planificación que llegase a todos los niveles de la empresa.
Estructura en el área de capacitación.
El área de capacitación se muestra actualmente con una buena estructura para atender las demandas de las áreas productivas. Es un excelente soporte para mejorar y actualizar cursos de Seguridad y Salud Ocupacional para todos los niveles.
Manual de prácticas de Seguridad
Este material se encuentra actualmente en fase de inicio.
Acciones diversas coordinadas en el SOA.
Se han realizado y se realizan actualmente diversas acciones en este departamento que tiene por objetivos mejorar el desempeño de las prácticas de Seguridad para los diversos sectores de la producción. El SOA viene realizando y coordinando trabajos de:
Asesoría en Salud Ocupacional a los sectores de producción.
Funcionamiento de un grupo de trabajo que realiza informes y estadísticas de accidentes.
Actividades de prevención de accidentes con consecuencias para el medio ambiente.
Actividades de prevención de incendios incluyendo capacitación.
Coordinación del programa: Panorama de riesgos.
Son de gran interés y de resultados altamente positivos:
Manual de Normas de Seguridad, actualmente en revisión.
Estudios de Higiene Industrial sobre los temas de ruido y agentes químicos, los que son
realizados permanentemente por profesionales del departamento.
Estudios realizados por consultores externos, a pedido de la Empresa, tales como mapeamiento de ruido por equipos y máquinas del C.I.B.; y el estudio de Higiene Industrial realizado por la Escuela Colombiana de Medicina.
Grupo de trabajo sobre análisis de riesgos para los nuevos proyectos y modificaciones.
Capacitación en Seguridad e Higiene Industrial proporcionada directamente a otras áreas de trabajo.
Seguridad en Elementos Externos.
Merecen especial destaque las acciones desarrolladas por Elementos Externos en el área de Seguridad y mejorías visibles en las condiciones de trabajo tales como:
Distribución visual y operacional (Ex. casa de bombas 8 y llenadero nuevo);
Manual escrito de Panorama de riesgos del área de Elementos Externos y Salud Ocupacional.
Análisis de riesgos de Procesos.
El sector de Producción ha iniciado los estudios de análisis de riesgos de procesos a través de la técnica "AZOP".
Plan de emergencias
Hemos tenido acceso al primer estudio que se refiere al montaje de un plan general de emergencia y evacuación de funcionarios.
PROBLEMAS DETECTADOS POR EL ESTUDIO DE HIGIENE, SEGURIDAD Y ERGONOMIA.
Falta de una Política de Seguridad y Salud Ocupacional
No se verificó la existencia de una política de seguridad y Salud Ocupacional coherente con las metas de la empresa, concisa, de fácil comprensión y disponible para todos los funcionarios.
Procedimientos Desactualizados
Los procedimientos o prácticas-padrón existentes están desactualizadas, no son del conocimiento de todos los que deberían conocerlas y no está determinado claramente quiénes deben conocerlas.
Los tópicos referentes a la salud ocupacional son deficientes.
Comunicación Deficiente
Existen fallas evidentes en el sistema de comunicación tanto horizontal como vertical, entre la dirección de la empresa, toda la jerarquía y los niveles operacionales lo que impide que e flujo de informaciones en todos los sentidos, garantice un intercambio de experiencias, el trabajo en equipo y la búsqueda de excelencia en la producción.
Inexistencia de un programa de control de contratados
No existe en la empresa un programa específico para el control de contratados que debe establecer claramente las responsabilidades y las bases para el adiestramiento y que deben ser definido según el trabajo a ser ejecutado, incluyendo aspectos de Seguridad y Salud Ocupacional.
Falta de inspecciones programadas.
No existe en la refinería actualmente, un programa de inspecciones planificadas de Seguridad y Salud Ocupacional.
Sistema para informar prácticas inadecuadas de trabajo.
Falta de un sistema para relatar prácticas y condiciones inadecuadas de trabajo.
Protección Individual
Hay deficiencias en el sistema actual para escoger y usar equipos de protección individual en función de los riesgos existentes, faltando también el programa de adiestramiento para su uso.
Calificación de Operadores
Falta de un programa de calificación de operadores para las diferentes funciones.
Equipos de protección para emergencias.
Fallas en el uso y mantenimiento de los equipos de protección para emergencias. No existe confiabilidad de que estos equipos se encuentren en perfecto estado de uso, y hay dudas en relación a la capacitación de los trabajadores, cuanto a su uso correcto.
Riesgos de explosión e incendio
El riesgo de explosión e incendio es permanente debido a condiciones propicias para estos eventos, tales como:
Instalaciones eléctricas improvisadas con alambres expuestos;
Algunas instalaciones no blindadas en ambientes con concentraciones de vapores inflamables;
Uso de llama abierta en encendido de hornos (Aromáticos y Parafinas);
Cilindros de gases comprimidos en el interior de laboratorio;
Ausencia de pararrayos en tanques e instalaciones del proceso, etc.
Fallas de señalización
Es evidente y generalizada la falta de señalización adecuada, tanto en el uso de colores padronizados, como tuberías y dirección del flujo de productos.
Exposición ocupacional a productos químicos
La exposición ocupacional a diversos productos químicos, principalmente verificada por inhalación y contacto dermal, se produce en todas las áreas de trabajo delimitadas por el proyecto.
Las exposiciones dermales se producen por el manejo manual inadecuado de productos aromáticos y alifáticos, durante la toma de muestras y en algunas actividades de mantenimiento en la planta.
Ayudan a estos contactos, los derrames en bombas, válvulas y uniones cuando se presentan defectos.
Por otra parte, esta situación se agrava por el uso inadecuado de guantes y ropa de protección y por la falta de capacitación de los trabajadores en temas relacionados con estos riesgos.
Las exposiciones por inhalación se dan por la evaporación de productos volátiles en situaciones de derrames, toma de muestras llenaderos de productos para carros bombas y transporte fluvial, separación de afluentes líquidos, etc.
Estas situaciones se agravan por el uso inadecuado de protección respiratoria.
Exposición Ocupacional a ruido.
La exposición ocupacional a niveles de ruido potencialmente agresivos para los trabajadores, se generaliza en las instalaciones y procesos del C.I.B. La empresa tiene algunos estudios que fueron hechos y se conoce la localización de las áreas más críticas en función de los equipos más ruidosos.
Las exposiciones se agravan visto que no existe actualmente un programa de conservación auditiva bien estructurado, existiendo fallas notorias en la especificación y uso de protección auditiva, así como, en la capacitación de los usuarios de dicha protección.
Exposición ocupacional al calor
Se desconoce actualmente la gravedad de las exposiciones al calor, pero existen algunas evidencias, que éstas pueden producirse en actividades diversas tales como: intervenciones de mantenimiento en equipos que trabajan en caliente, o en las cercanías de estos. El clima en la mayor parte del año, puede aumentar la sobrecarga térmica, aliada a trabajos de intensa actividad física y en condiciones de elevada humedad relativa del aire.
Falta de divulgación y uso de informaciones sobre los riesgos en el manejo de productos químicos.
Fue verificada la existencia de informaciones en documentos tipo MSDS (Material Safety Data Sheet) de un cierto número de productos, pero esta información no está disponible para todos los trabajadores.
Falta de un programa eficiente de capacitación en temas de Seguridad y Salud Ocupacional.
No fue verificada la existencia de un programa permanente y eficiente en el área de seguridad y salud ocupacional, con la participación activa de los trabajadores al nivel de operación.
Un programa bien logrado de educación y capacitación en esta área es sin duda un gran paso para una prevención eficiente de accidentes y enfermedades ocupacionales.
Ausencias de un plan de emergencias.
No se constató un trabajo profundo y permanente sobre este tema, el cual reviste una gran importancia en función de la variedad de riesgos presentes en las áreas de trabajo del proyecto.
Los riesgos mayores, tales como incendio, explosión, inundación requieren una preparación permanente de los trabajadores en la planta y de la comunidad vecina.
Como mínimo los siguientes temas deben ser objeto de estudio y preparación más profunda.
Emergencias
Fuego
Evacuación
Teatro de explosión
Escenario de emergencias mayores
Responsabilidades
Comunicaciones
Participación de órganos públicos
Comunicación y participación de la comunidad
Preparación de ejercicios.
Sala de control y procesos
Las salas de control de los procesos (Aromáticos y Parafinas) presentan diversos problemas, a saber:
Fallas en el diseño e implantación de los puestos de trabajo.
La iluminación artificial presenta fallas en el proyecto que se manifiestan por problemas de distribución de luz no homogénea, reflejos molestos, ofuscamientos e intensidad inadecuadas para las tareas visuales de rutina, dificultando la lectura de los parámetros necesarios para el control de los procesos.
La ubicación y el funcionamiento de las fuentes de aire acondicionado, no son compatibles con los parámetros de confort ambiental.
Los muebles de los cuarto de control no son adecuados para los trabajadores así como para las tareas allí realizadas.
Algunos aspectos de la configuración de las informaciones en los terminales de vídeo, necesitan de un análisis más profundo. Vale la pena citar aspectos tales como:
División de la información en la pantalla
Agrupamiento de las informaciones
Diálogo con el computador
Soporte para el diálogo con el sistema
Compatibilidad entre los diferentes programas y las representaciones mentales de los colectivos del trabajo
Precisión de las informaciones
Flexibilidad del sistema en función de las diferencias entre los usuarios
La carga de la información debe considerar la capacidad de memorización.
Válvulas
Existen diversos problemas de Seguridad, Higiene y Ergonomía vinculados a localización y estanquedad, produciendo, muchas veces derrames y pérdidas de productos químicos diversos, facilitando su evaporación y por consiguiente la exposición de los trabajadores a contaminantes químicos.
La dificultad observada para abrir y cerrar válvulas, en un número elevado de situaciones, está vinculado a aspectos de mantenimiento.
Derrames por fallas en bombas.
Los derrames producidos en las bombas están relacionados con fallas en los sellos mecánicos (ruptura y daños por cavitación).
Fallas de instrumentación.
Las fallas de instrumentación llevan a indicaciones falsas, produciendo desajustes de las indicaciones entre el patio y el tablero.
Problemas de comunicación entre laboratorio y las plantas.
A través de las observaciones constatamos la existencia de problemas de comunicación entre laboratorio y plantas.
El sistema de comunicación esta sobrecargado.
Recolección de muestras.
Por otra parte la colecta de muestras no siempre obedece a las instrucciones dadas por el laboratorio lo que produce problemas de confiabilidad de resultados aumentando la carga de trabajo de los analistas.
Secuencia de ensayos y materiales no adecuados.
La ubicación de los puestos de trabajo no obedecen a la secuencia lógica de los procedimientos de análisis. Esto hace con que, una muestra circule inadecuadamente en el laboratorio, aumentando la posibilidad de contaminación para la propia muestra y para los analistas.
Equipos y materiales de laboratorio
Los equipos y materiales del laboratorio no acompañaron la evolución tecnológica de las plantas, Esto se refleja especialmente en los dispositivos para colecta de muestras de gases, los cuales pierden parte de su contenido durante el traslado al laboratorio.
Muebles de laboratorio
Los muebles usados en el laboratorio no son adecuados para la ejecución delas actividades aquí desarrolladas.
Las cabinas y puestos de trabajo son inadecuados cuanto a su diseño y dimensión.
Riesgos en las actividades de mantenimiento.
Las condiciones de trabajo para los funcionarios de mantenimiento en planta, son muy adversas.
Estos trabajadores, muchas veces ejecutan sus funciones en situaciones precarias de equilibrio, en posiciones inadecuadas y con un nivel elevado de exigencias congnitivas y emocionales.
Casi siempre las intervenciones están sometidas a exigencias de urgencia, con el agravante de trabajar expuestos a diferentes contaminantes químicos en precarias condiciones de uso de equipos de protección personal, la mayoría de las veces inadecuados para el riesgo, sin capacitación para su uso y por consiguiente usados de forma incorrecta.
Organización del trabajo en Elementos Externos
Llama la atención, en relación a la organización del trabajo en esta unidad el sistema de rotación de los trabajadores, los cuales cambian de lugar de trabajo a cada 3 meses (menos PTAR).
De acuerdo con los estudios de memoria y aprendizaje, esta práctica no es adecuada y puede comprometer los aspectos de seguridad.
ESTUDIO CUANTITATIVO FASE II
En lo general las observaciones hechas por el grupo de especialistas encargado de llevar a cabo el estudio cualitativo, que fueron identificadas y reconfirmadas en sus características por los investigadores comisionados en la fase II son en su nivel administrativo:
- Los aspectos positivos desarrollados por ECOPETROL
- La falta de política de seguridad y salud ocupacional
- La falta de actualización de los procedimientos
- La deficiente comunicación
- La falta de contratos para personal externo
- La falta de inspecciones programadas
- El reporte de prácticas inadecuadas de trabajo.
- Las deficiencias del programa de protección personal
- La capacitación
- Falla en la divulgación de riesgos
- Ausencia de plan de emergencias
Por su parte también se corroboró que los siguientes señalamientos observados en las áreas productivas fueron reportados por nuestro grupo.
- Fallas de equipo de protección para emergencias
- Riesgo de explosión en indencio
- Señalización inadecuada
- Exposición a productos químicos
- Exposición a ruido
- Exposición a calor
- Irregularidades en las salas de control de procesos
- Fallas frecuentes en válvulas
- Derrames por fallas en bombas
- Fallas de instrumentación
- Recolección inadecuada de muestras
- Mobiliario de laboratorio inadecuado
- Procedimientos de mantenimiento inseguros e insalubres
A las anteriores se debe complementar con las siguientes derivadas del estudio en su fase II.
- Exposición a fenol
- Exposición a ácido sulfhídrico
- Exposición a monoetanolamina
- Exposición a radiaciones ionizantes
De igual manera estamos de acuerdo en lo general en las recomendaciones que por lo administrativo, instalaciones, procedimientos y correcciones de anormalidades de la planta incluyen las acciones que a continuación se enumeran y que se encuentra ampliamente descrita en los informes específicos de cada componente.
- Organización y gerenciamiento de la seguridad y salud ocupacional
- Política
- Sistemas de seguridad
- Procedimientos e instrucciones
- Respuestas a emergencias
- Control de procesos peligrosos
- Control de pérdidas
- Seguridad del proceso
- Mantenimiento
- Capacitación y motivación
- Promoción de la seguridad, higiene y ergonomía
- Informes de investigación de accidentes
- Comités de seguridad
- Equipos de emergencia
- Programas de protección personal
- Sistema de comunicación
- Evaluación de agentes físicos
- Evaluación de agentes químicos
En las recomendaciones establecidas en el estudio cualitativo se expresan además con detalle las pruebas que se sugieren practicar para cuantificar el nivel de los riesgos por planta, oficio y turno a que se exponen los trabajadores con la consecuente medición de los agentes físicos y químicos que en cada lugar en el informe se describieron.
En lo que se refiere a los agentes ambientales a ser cuantificados, la estrategia empleada para obtener la información propuesta, se soportó en lo recomendado en el informe de la fase I con algunas variantes que por cambios en las áreas ocurrido en tiempo presente no pudieron apegarse estrictamente a lo recomendado, sin embargo las sustituciones son mínimas y convenientemente adecuadas a la realidad actual.
Los resultados de las cuantificaciones particulares que se informan en resumen en el presente informe ejecutivo y con la amplitud debida en el específico correspondiente, no dejan duda que los agentes reconocidos en la fase cualitativa, efectivamente están presentes en los lugares y operaciones señalados.
Tal circunstancia permitió a través de la medición y evaluación cuantificar la magnitud de los riesgos reales en las diversas áreas y oficios que se desempeñan por los trabajadores.
De acuerdo a las concentraciones reportadas en las tablas de resultados, en su mayoría se aprecia que alcanzan niveles de riesgo aceptable en su magnitud de exposición ponderada a 8 horas, aún en su valor de límite superior de confianza.
Por su parte, las cuantificaciones practicadas para evaluar la magnitud de la exposición en tiempos cortos, que se recomiendan efectuar para definir lo que ocurre en el desempeño de actividades con exposición elevada durante la ejecución en el turno, se observó que éstas alcanzan valores significativamente mayores a los promedios que desafortunadamente por no existir cifras de referencia en los criterios adoptados para su interpretación, no permitieron concluir sobre la magnitud del riesgo que ello implica.
De todas formas es particularmente significativo el hallazgo que se refiere a los niveles elevados en exposición corta y los valores aceptables en la ponderada a 8 horas, hecho que es consecuencia de la relación entre los niveles a tales concentraciones y los tiempos de exposición que regularmente experimentan los trabajadores en el desarrollo de su puesto.
En el lapso de medición de una semana la conclusión explicada anteriormente pudiera ser invalidada para aquellas circunstancias en las que el trabajador debe permanecer tiempos mayores sujeto a las condiciones de mayor severidad identificadas en los estudios de tiempo breve, o cuando permanece mayor tiempo que el habitual en las zonas de trabajo que regularmente se definieron con valores superiores al promedio de exposición.
Lo anterior es un supuesto que indudablemente es factible se presente dentro de las condiciones naturales de la planta, situación que con las evidencias cuantitativas puede controlarse cuando se prevea ocurrirá.
En lo que corresponde al componente de seguridad, las observaciones planteadas en el informe fase I, no sólo fue posible verificar su existencia, sino que se incrementaron de manera importante las anormalidades al practicarse los estudios cuantitativos de los riesgos potenciales posiblemente causales de siniestros y accidentes, de tal manera que como se expresa con amplitud en el informe específico, en la empresa existe una necesidad imperiosa de dar atención a los factores causales de siniestros y accidentes.
Por su parte en la correlación de los estudios en el campo del componente de ergonomía, en el informe de la fase I del estudio integrado del ambiente de trabajo, se mencionan como posibles efectos de la presencia de factores de riesgo ergonómicos los problemas músculo-esqueléticos en especial las lumbalgias y los desórdenes por trauma acumulado presentes en cada una de las áreas comprendidas en la fase Y.
El cuestionario de síntomas musculoesqueléticos, como se mencionó arriba, mostró que poco más de la mitad de los trabajadores encuestados tiene o han tenido durante el último año, alguna molestia musculoesquelética y que él considera que está relacionada con su trabajo (55%).
De las cinco áreas incluidas en el estudio, la de Mantenimiento fue la que obtuvo la mayor prevalencia de síntomas (35%), así como en lo relativo al tipo de síntoma (Dolor, Adormecimiento, Ardor, Inflamación y Rigidez). A su vez, esta misma área es la que tiene el mayor número de quejas musculoesqueléticas por oficio, presentando en el análisis de OWAS porcentajes elevados, superiores a 20%, de posturas de Categorías 3 y 4, las cuales indican un alto riesgo debido a esfuerzos posturales. Lo que indica que en los trabajadores de esta área son los que se encuentran, en términos generales, en mayor riesgo. Mantenimiento, también, presenta los valores más altos cuando se observan los síntomas por región del cuerpo en Codo, Muñeca, Espalda y Piernas, explicable por el tipo de actividades que este grupo de operadores desempeña. Estos datos están en concordancia con las observaciones hechas por los investigadores de la primera fase del estudio integrado.
Las plantas de Parafinas y Aromáticos así como las áreas de Elementos Externos y Laboratorio, también, presentan una relación entre los resultados de la encuesta de síntomas y los valores obtenidos por el análisis OWAS.
En la Fase I del estudio se menciona que válvulas, instrumentos de lectura y medición no se encuentran ubicados apropiadamente lo que obliga a los operadores a adoptar posturas peligrosas y pudieran provocar caídas o accidentes serios, además de los ya mencionados problemas por sobre esfuerzo acumulado. En las plantas de Parafinas, Aromáticos y el área de Elementos Externos se pueden explicar estos datos al considerar las características del lugar de trabajo ( dimensiones de elementos a manipular ), las cuales obligan al trabajador a realizar esfuerzos físicos importantes, además de adoptar posturas extremas y viciosas por períodos, en muchos casos, prolongados.
El área de Laboratorio mostró la presencia de prevalencias altas en partes del cuerpo como el Cuello, Hombro, Codo, Muñeca, Dedos y Piernas. A pesar de que no se observó este mismo patrón en la Espalda, estos valores corresponden la las regiones del cuerpo que se esperaría provocarán problemas debido a las posturas adoptadas durante la realización de las labores cotidianas.
Al observar los resultados de la evaluación de las condiciones generales de trabajo en las distintas áreas del estudio, podemos concluir que el factor de Concepción del Puesto (CP), esto es el referente a las características físicas del lugar de trabajo (geometría del lugar de trabajo), confirma lo expuesto en el informe de la Fase I y a su vez, concuerda con el resultado de la evaluación de dimensiones antropométricas y las mediciones realizadas directamente sobre los distintos elementos de la estación de trabajo al dar valores superiores a 4 (Malo y Muy Malo), vrg., falta de correspondencia entre las dimensiones de los trabajadores y las del puesto de trabajo, así como en la especificidad del mobiliario y herramientas usadas ya mencionado en el estudio Integrado del Ambiente de Trabajo (Fase I) previamente realizado.
El componente B (Entorno) y que se refiere a las condiciones de higiene y limpieza del lugar de trabajo también está presente en varias de las áreas, especialmente en la de Parafinas, Elementos Externos y Mantenimiento. Estos valores indican problemas de este componente en las áreas mencionadas. El componente de Higiene Industrial, complementario a éste arrojará datos más precisos sobre los factores de higiene evaluados. Sin embargo, cabe mencionar que los valores altos de el componente B (Entorno) reflejan las condiciones de ausencia de limpieza del lugar de trabajo así como la presencia de otros factores como elementos móviles de maquinaria que representan un peligro para la integridad del trabajador.
Las características de ciertas actividades realizadas por los operadores en oficios de áreas de Laboratorio, Mantenimiento, Parafinas y Aromáticos dieron por resultado valores altos para el componente D (Carga Mental), lo que aunado a otros factores, como por ejemplo el esfuerzo postural, exacerba el efecto de este componente. Estos resultados corresponden a los ya señalados en la Fase I de este estudio.
El análisis estadístico de las variables psicosociales estudiadas reveló que de las dieciséis variables sólo cinco resultaron estadísticamente diferentes entre las áreas. Aromáticos, por ejemplo, indicó ser la planta en la cual los trabajadores se sienten más inseguros en su trabajo, seguidos por los del Laboratorio. De tendencia inversa resultó la variable de Apoyo psicosocial por parte del supervisor en estas dos áreas, esto es, los trabajadores sienten menor el apoyo de su supervisor en estas dos áreas. Estas diferencias podrían explicarse por el grado de conciencia sobre la problemática de la empresa y un poco por la idea de que ésta no hace lo suficiente por remediar esta problemática, provocando desmotivación y sentimiento de abandono. La imposibilidad de influir individualmente en las políticas de la compañía contrasta con al idea de que el sindicato sí tiene influencia en dichas políticas. Lo que indica falta de identificación con la empresa, o con sus fines, y desmotivación hacia el trabajo. Más aún, en la variable que indica la influencia individual sobre las políticas del sindicato, la respuesta unánime de que no existe influencia individual en las decisiones del sindicato resulta indicativo de cierto alejamiento del trabajador hacia su sindicato.
SEGURIDAD INDUSTRIAL
Del análisis de la información recopilada, a través
de la aplicación de las técnicas de Análisis de Riesgos
y Estudios de Operabilidad a las Instalaciones Industriales y Laboratorios
del CIB de ECOPETROL, involucrados en el presente proyecto de SOIP se llega
a las siguientes :
6.1 PERSONAL DE OPERACIÓN 6.2
PERSONAL TECNICO 6.3 ORGANIZACIÓN
DEL TRABAJO 6.4 MANTENIMIENTO 6.5
ESTADÍSTICAS
6.6 RECOMENDACIONES DE PREVENCIÓN
Y CONTROL
6.7 MODELO DE MONITOREO AMBIENTAL QUE
INCLUYE CONTINGENCIAS
6.8 HERRAMIENTAS BÁSICAS
La gran mayoría del Personal de Base que atiende la operación
de las plantas de proceso y los servicios auxiliares de las mismas tienen
un excelente conocimiento , tanto de las unidades en sí , como de
los procesos que se llevan a cabo en ellas y de los equipos y sistemas
que las integran.
En relación a su Filosofía como trabajadores de la Empresa
Nacional mas importante de Colombia, se aprecia que está orientada
al logro de metas de superación profesional, personal y de conjunto
dentro del trabajo, en concordancia con los planes de modernización,
actualización y desarrollo del Corporativo de ECOPETROL.
Con muy buen grado de desarrollo, aplicando una parte importante
de su actividad a la actualización profesional.
HAY PLANTAS DONDE SE ABANDONA LA ATENCIÓN DE ACTIVIDADES PRIORITARIAS
PARA REALIZAR OTRAS QUE DEBERÍAN EFECTURASE POR PERSONAL DISTINTO.
Si bien se ha puntualizado que el personal de base atiende con esmero,
dedicación y eficiencia la operación de las unidades de proceso,
debe establecerse también que algunos procesos, por su complejidad
teórica, no pueden ser entendidos cabalmente por el personal de
base, dando con ello lugar a acciones operacionales que implican riesgos
muy serios, deterioro acelerado de las instalaciones y baja eficiencia
de los procesos.
Se sugiere que las plantas que tienen éste tipo de procesos, sean atendidas también por Personal Técnico y que además se cree un Departamento de Ingeniería de Procesos que tenga como funciones participar en la Administración Operativa, el Mantenimiento y la Optimización de los Procesos de dichas plantas en base a las características Tecnológicas de las mismas.
Para lo anterior, será necesario implementar cursos de capacitación para el personal, tanto de Base como Técnico Administrativo..
Planificar que el Departamento de Ingeniería de Procesos atienda a profundidad Teórica tales procesos para que a través de estudios de ingeniería se solucionen los problemas de cualquier tipo que surjan.
Diseñar un sistema de Mantenimiento Integral para la adecuada
preservación de las instalaciones, conservando su óptimo
funcionamiento en condiciones de óptima seguridad.
Lamentablemente, tiene que aceptarse que el mantenimiento, en todas
las áreas estudiadas, ha sido deficiente, con evidente carencia
de técnicas, de procedimientos y en ocasiones, de medidas adecuadas
de seguridad.
Se recomienda TECNIFICAR más el mantenimiento.
El aspecto exterior de las instalaciones, especialmente en el área de Parafinas y particularmente en la planta de Desparafinación con MEK, donde las condiciones del proceso ( temperaturas muy frías ) acentúan dramáticamente lo agresivo de las condiciones ambientales, el estado de corrosión externa de las tuberías y de las estructuras de acero para soporte de equipos, escaleras, barandas, pisos de pasillos de acceso, etc, etc, es verdaderamente ruinoso, implicando condiciones muy inseguras para los trabajadores y evidenciando que NUNCA han recibido mantenimiento.
El cuarto de Control para los operadores de Filtros se encuentra en
condiciones semejantes y el proyecto, para el nuevo cuarto, es sumamente
austero sin facilidades para mejorar la comodidad y la insalubridad del
actual.
Se analizaron las estadísticas de mantenimientos, cambios,
modificaciones, accidentabilidad, calibraciones y eventos de riesgo, llegándose
a la conclusión de que además de estar incompletas y discontínuas,
no se han utilizado como base de datos para dar seguimiento y definición
a condiciones de riesgo surgidas en los procesos y en los equipos, como
aquellas por las cuales se produjo el incendio en la bomba P-1311 de la
U-1300 Y LA MUERTE de siete trabajadores y dos quemados el tres de agosto
de 1994 a las 12:00 hs.
En efecto: seis años antes, el 10 de octubre de 1988, ésta misma bomba tuvo problemas de velocidad atribuíbles al gobernador, habiéndose encontrado también que la válvula de bloqueo de la succión tenía el vastago torcido.
Finalmente, ésta misma bomba, el 25 de agosto de 1997 vuelve a tener problemas con el gobernador y se encuentra su válvula de bloqueo de la succión con el vastago torcido.
Con éstas estadísticas pudo haberse elaborado el estudio de una situación de anormalidades que han estado latentes por espacio de 10 años sin haberse definido las causas de las mismas ni las medidas a aplicar para la solución definitiva de los problemas ahí presentes.
Específicamente, en relación a las plantas estudiadas, tenemos lo siguiente:
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PERDIDOS |
EXPOSICÍON A PRODUCTOS QUÍMICOS E INCENDIO |
PERDIDOS |
| PARAFINAS |
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| AROMÁTICOS |
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| AREA EXTERNA
CASAS DE BOMBAS Nos. 1 Y 6 NUEVO LLENADERO DE AROMÁTICOS PTAR SEPARADORES: 3010, 3020, 3030 Y 3050 |
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| MANTENIMIENTO |
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Lo que equivale en porcentajes a:
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| PARAFINAS |
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| AROMÁTICOS |
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| AREA EXTERNA
CASAS DE BOMBAS Nos. 1 Y 6 NUEVO LLENADERO DE AROMÁTICOS PTAR SEPARADORES: 3010, 3020, 3030 Y 3050 |
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| MANTENIMIENTO |
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De acuerdo a los datos de la tabla anterior, el porcentaje más alto de 25, correspondiente a parafinas, es debido a accidentes directamente relacionados con la presencia de agentes químicos contaminantes en el ambiente, ya sea por inhalación, contacto o incendio.
En el caso de la planta de aromáticos, cabe aclarar que en agosto de 1994 se presentó un incendio con saldo de 6 muertos, es decir 18,000 días perdidos de acuerdo a la norma ANSI Z-16.1. Lo que hace tan grande el porcentaje de 75% y 99.99% en accidentes y días perdidos, respectivamente lo cual no es representativo.
RIESGOS POR INSTRUMENTACIÓN
La instrumentación de las áreas estudiadas, tecnológicamente es apropiada y se sigue fortaleciendo en algunas de ellas con elementos modernos de control, pero en otras, está sin concluirse, como es en el área de tanques de algunas plantas en que las MOV´s no se han terminado de instalar.
Aquí, nuevamente puede llamarse la atención sobre el área
de Parafinas, en donde se tiene proyectado instalar Control Distribuído,
que se ha quedado en los inicios y que por otra parte, mantiene la operación
de Equipos Clave en condiciones muy precarias, con la seguridad pendiente
de un hilo. Es el caso de los Calentadores a fuego directo de las plantas
de tratamiento con hidrógeno U ´s-1100, 1110, y 1120 en donde
las protecciones por alta temperatura, falla de flujo etc, etc, están
amarradas con alambres porque las condiciones de disparo no se han podido
ajustar.
En el proceso de extracción de Aceites Lubricantes con Propano,
a partir de Fondos de Vacío, un punto importante del control, es
la posición de la interfase Aceite-Propano / Asfalto –Propano a
lo largo de la torre de extracción T-1001.
Es una variable importante porque de ella depende la calidad del aceite y el correcto funcionamiento de las secciones de recuperación de solvente de la planta.
Normalmente , la posición de ésa interfase, se localiza a la mitad de la altura de la torre de extracción. En el diseño de la Planta DAP del CIB, las conexiones para la detección de ésa interfase se encuentran prácticamente en el fondo de la torre , por debajo del punto de inyección del propano líquido y por si fuera poco, se instaló una celda de presión diferencial, definitivamente no recomendable, para indicar la posición de la interfase.
Por otra parte, al momento de la realización de ésta auditoría de seguridad, la planta está operando con una pérdida de más de 100 barriles diarios de propano sin haberse determinado como se está perdiendo ese propano pero, evidentemente, a juicio nuestro , es por los serpentines de calentamiento del domo de la torre, que están desconectados de su línea de recuperación de condensado, tirando el vapor a la atmósfera porque están dañados internamente y programados para reparación, durante el paro total de Parafinas que será para la mitad del mes de septiembre.
Los riesgos por ésta falla en el diseño, serán los que se ocasionen a los sellos mecánicos de las bombas de alimentación de propano por partículas de asfalto que se depositen en los mismos, dando lugar también a fugas de propano y contribuyendo con ello a las pérdidas cuantificadas en más de 100 barriles diarios como se mencionó anteriormente.
Otro riesgo que puede presentarse, es la explosión de una atmósfera
explosiva formada con ese propano que fuga; efectivamente, al percatarnos
de la situación,durante la inspección de las plantas, se
solicitó al personal de turno una prueba de explosividad en el área
de los serpentínes de la torre T-1001, la cual se realizó,
habiendose detectado atmósfera explosiva.
En el almacenamiento de destilados del petróleo, se utilizan
tanques de acero de varios tipos: techo fijo, techo flotante y sus variantes.
En el caso de los tanques de techo fijo,, la operación de los mismos
implica variaciones muy frecuentes del volúmen de espacio vacío
que queda entre la superficie del líquido y el techo del tanque.
Estas variaciones se producen como resultado de las actividades de llenado
o de vaciado de los productos que manejan los tanques.
El llenado de un tanque ocasionará la expulsión hacia la atmósfera, de un volúmen de gas que tendrá que ser desalojado para que lo ocupe el líquido que va a entrar. La expulsión de ese gas se realiza a través de la válvula de presión-vacío con que está dotado el tanque.
La salida de producto de un tanque, ocasionará la necesidad de reponer con aire, o gas inerte, el volúmen que deje libre el producto que salga del tanque. Esta reposición se hará de dos formas: con aire ambiente, a través de la misma válvula de presión vacío del tanque, o con gas inerte, ( nitrógeno o bióxido de carbono ) por medio de una instalación específica para ello. Ambas alternativas tendrán que estar de acuerdo con la normatividad dependiendo de los productos de que se trate para evitar la formación de mezclas explosivas.
En el CIB, en los tanques de almacenamiento de productos aromáticos, ésta reposición del volúmen del espacio vacío se hace con hidrógeno en vez de un gas inerte. Cabe señalar que los productos aromáticos son muy inflamables.
Existen en el CIB, dos o tres equipos generadores de NITRÓGENO ó Bióxido de carbono que están fuera de operación y no se tienen planes para rehabilitarlos.
Deberá planearse evitar el uso de hidrógeno como gas de blanqueo, pues es una práctica muy riesgosa, ya que no se puede tener la garantia de que nunca se lleguen a tener atmósferas explosivas en los tanques.
REF: NFPA 69
STANDARD ON
EXPLOSION PREVENTION SYSTEMS
1992.
RIESGOS POR PROCEDIMIENTOS DEL MANTENIMIENTO.
La principal causa para la ocurrencia de eventos de fuego o explosión, se puede atribuir a la falta de una Entidad que tenga la Responsabilidad Total del Manejo, Difusión y Aplicación de la Cultura de Inspección, Seguridad Industrial, y Contra Incendio.
Lo anterior se resume de los acontecimientos acaecidos durante el Estudio Integral del Ambiente de Trabajo realizado en el CIB de Barrancabermeja y de entre los cuales pueden citarse por su importancia y porque hacen evidente la anterior afirmación, los siguientes:
1.- El conato de incendio ocurrido por fuga en la tapa del cuello del cambiador
de calor E-1112 de la planta de parafina.
3.- La explosión e incendio ocurrido en el tanque K-2806 de 200,000 bls, dedicado al almacenamiento de fondos.
4.- La explosión del tanque de sello de la TEA No. 3 estando en proceso de mantenimiento y reparación.
Históricamente se tiene conocido, que fue bajo la responsabilidad del supervisor, que se produjo el incendio y explosión en la planta de aromáticos que costó la vida de 7 personas.
b) Se obsevó que durante los trabajos de reparación, no hay coordinación de las varias clases de actividades que se realizan.
c) En los trabajos a gran altura, el personal no usa completo el equipo de segu ridad personal, ni tampoco hay personal con autoridad que supervise y controle éste tipo de situaciones.
Con base en las anormalidades registradas en el ámbito de
la compañía bajo estudio en las que se manifiestan diversas
condiciones que implican riesgos para la salud de los trabajadores por
exposición a agentes físicos como ruido, iluminación
deficiente, radiaciones ionizantes, ácido sulfhídrico, fenol,
monoetanolamina, metil etil cetona, benceno, tolueno, xileno y ciclohexano,
se considera importante el definir las acciones que derivadas de la mecánica
interna del riesgo, los procesos, y equipos deben adoptarse para el control
correspondiente.
Sin considerar de mayor interés el que se generen las recomendaciones específicas para la totalidad de las anormalidades descritas en este estudio, hemos estimado que es de mayor utilidad el someter al juicio de los interesados las funciones que en general debe adoptarse para la prevención de los nuevos riesgos a instituirse en la empresa como para los que actualmente se encuentran presentes.
Lo anterior no excluye de las actividades generales de control las acciones correctivas que de manera clara han sido plasmadas en este informe, desde el momento en que es obvia su eliminación.
De esa manera y como resultado de las experiencias ocurridas en plantas de operación semejante en las que el abatimiento de la problemática de enfermedades laborales ha sido exitoso, se ha considerado conveniente el plantear las siguientes recomendaciones que coadyuvarán al logro de ese objetivo.
Mucho se ha reiterado y en esta ocasión no debemos omitirlo por tal razón, lo relacionado con el interés que las autoridades superiores de la empresa y las de los dirigentes de los trabajadores, como elemento fundamental para sustentar cualesquier acción en pro del control de la exposición de los trabajadores a riesgos de enfermedades laborales.
De esa manera resulta necesario el que se promulgue una declaración firmada por los máximos cuerpos de la administración de la empresa y del sindicato en la que se manifieste el reconocimiento que la salud de los trabajadores tiene para la compañía y organización sindical, así como, la voluntad y apoyo para promover lo necesario que conduzca a la conservación de la salud y bienestar de los trabajadores.
Esta declaración deberá tener amplia difusión y manifestar en términos prácticos las evidencias de que lo que se expresa es una intensión real de los cuerpos directrices de la empresa.
Una vez establecida la política de higiene industrial, es imprescindible el promover tal decisión para su estricto cumplimiento y apoyo de los administradores del complejo tales como los jefes de compras, producción, personal, salud, mantenimiento por parte de la empresa y de los delegados o comisionados de la representación sindical.
Bajo un estricto compromiso de las áreas involucradas en la administración de la compañía y trabajadores, en el que se exprese su reconocimiento y acción efectiva para coadyuvar con el programa de prevención y control de las enfermedades laborales, será factible el hacer efectivas las participaciones que en una empresa se deben practicar para el propósito del programa.
Bajo el reconocimiento manifestado por las autoridades superiores y con la colaboración de los cuerpos de administración de la empresa y trabajadores, el personal de salud está en disposición de establecer un programa de prevención y control de enfermedades laborales que se instituya de acuerdo con los riesgos identificados y evaluados en el proyecto de que forma parte esta investigación.
De esa manera el programa a que nos referimos, estará en posibilidad de satisfacer los requerimientos que las 2 principales áreas de salud tiene para la prevención y control de enfermedades laborales.
En el ámbito preventivo la necesidad de evitar que nuevos riesgos a los actualmente existentes en la empresa enriquezcan la problemática del momento, hacen requerido que los departamentos administrativos generalmente ausentes del problema participen en el ámbito que les corresponde tal como:
A través de los estudios de nuevos materiales, nuevos equipos y nuevas instalaciones coadyuvando con el área de compras, con la eliminación de adquisiciones de equipos o materiales que involucren riesgos adicionales al personal con las correspondientes consultas al personal de salud quien orientará sobre las inconveniencias de los materiales o equipos que se desean adquirir.
En su caso de ser inevitable la compra, de contar con los esquemas de entrenamiento, de salud y de control en el equipo y procedimientos para que los riesgos aceptados no se descubran hasta el momento de la presencia de casos de daño.
Con actividades que permitan estudiar a los trabajadores de nuevo ingreso con la participación del área de personal, para efectuar contrataciones en las que en coordinación con la administración sindical se seleccionen a los individuos de características biopsicosociales adecuadas a los puestos a desempeñar y libres de alteraciones que se pudieran agravar en el curso de la exposición regular en la planta cuando contratados.
Para este evento el personal de los servicios de salud habrá de participar activamente para que de manera coordinada se cumpla con el propósito descrito.
En la verificación de los nuevos procedimientos que requiere el área de producción, para la práctica de las actividades a relacionadas con la obtención de los nuevos productos como consecuencia del almacenamiento y procesado de los nuevos materiales bajo formas que minimicen la probabilidad de daño al personal.
Esta circunstancia es evidente que requiere el contar con la información específica de los nuevos métodos y los riesgos que involucran, así moco, de los perfiles de puesto de los trabajadores productivos de tal manera que en todo momento antes de aprobar la instauración quedeen claros los requisitos imprescindibles para la práctica de las funciones dentro de los lineamientos generales y específicos que la higiene industrial establece.
El de mantenimiento, como elemento desencadenante de fuentes de contaminación ambiental cuando los equipos se deterioran, es una pieza fundamental en la prevención de riesgos adicionales, por lo que se hace imprescindible el contar con los programas específicos para mantener a los equipos en condiciones tales, que no se instituyan como fuentes de contaminantes cuando se decida su operación.
Los aspectos relativos a la capacitación del personal, aún cuando se encuentra fuertemente vinculados con el área de reclutamiento, es particularmente importante el hacer notar que de ninguna manera cualquier trabajador de nuevo ingreso debe desempeñar su función, sin haber sido sometido al entrenamiento correspondiente que incluya los requisitos que el puesto tiene para su ejecución en condiciones óptimas de higiene industrial. El cumplir con esta función impedirá que los nuevos trabajadores cometan errores por falta de conocimiento que pudiera conducir a la instauración de riesgos para su salud y la de sus compañeros.
Finalmente en el ámbito de la prevención de los riesgos que ha sido establecido en este capítulo como la parte del programa de salud que pretende evitar la creación de riesgos adiconales a los existentes en la empresa, se menciona la integración del manual de norma de higiene industrial al que se deberán sujetar los nuevos trabajadores, materiales, procedimientos y requisitos que se deberán satisfacer en la práctica cotidiana de las operaciones productivas de la empresa.
En lo que corresponde a la siguiente división del programa a través del cual se hará posible establecer las recomendaciones que permitan disminuir la problemática identificada en le presente estudio, se menciona la necesidad de contar por escrito con un programa de control de riesgos en el que se especifiquen claramente las actividades a llevar a cabo en sus componentes fundamentales a saber: El ambiente laboral y los trabajadores expuestos
Como funciones indispensables en el programa de estudios en el ambiente laboral se requieren:
- El estudio de los equipos o herramientas en uso presente para definir de ello las irregularidades que pudieran coadyuvar al incremento de los riesgos.
- El estudio de los procedimientos que se siguen en el oficio para identificar acciones incorrectas.
- Los juicios derivados de los 3 estudios anteriores conducen a estimar el grado de peligrosidad que existe en el puesto y con ello las necesidades de evaluación instrumental que conducirán a definir los valores de exposición representativa para el puesto en cuestión.
- Respecto a los trabajadores expuestos, los estudios biológicos, psicológicos y sociales de los trabajadores permitirán establecer las características del individuo que conducen a identificar su integridad para la exposición a que se sujetarán.
Con el apoyo de apoyo de los indicadores biológicos correspondientes a las alteraciones esperadas, se hace posible concluir el nivel del riesgo potencial que existe para el personal cuando esta conclusión se correlaciona con los resultados de la evaluación ambiental.
Si el nivel del riesgo existente es aceptable, lo recomendado es establecer un programa de medición ambiental y de monitoreo biológico periódicos para que en el transcurso de la exposición se conozca el nivel del riesgo y se asegure que continua dentro de los límites recomendados o debe ser caracterizado como inaceptable.
- Cuando el riesgo es designado como inaceptable de igual manera se requieren implementar acciones tanto en el ambiente laboral como en el trabajador.
En el ambiente laboral se deberán instaurar de inmediato el programa de protección personal que incluye la selección adecuada el equipo, el entrenamiento para su buen uso y los mecanismos de evaluación de su efectividad.
Simultánea a la instauración de las acciones protectoras inmediatas, deberán promoverse los estudios técnicos de control que conducirán a establecer las medidas técnicas que reduzcan el riesgo hasta cifras de concentración en lo posible menores al nivel de acción.
Una vez concluidas las actividades de control en el ambiente es imprescindible efectuar las evaluaciones del caso para contar con información confiables que indique que el riesgo ambiental se encuentra dentro de los límites permitidos.
- En lo que corresponde a las actividades de control a practicar en el personal, es recomendado establecer un esquema de vigilancia médica frecuente, para identificar aquellos signos, síntomas e indicadores biológicos de exposición y efecto compatibles con el riesgo en cuestión, de tal manera a estar en posibilidad de actuar oportunamente para evitar daño importante al personal.
- Paralelo a la vigilancia médica frecuente se deberán practicar los estudios médicos que permitan integrar las recomendaciones necesarias para restaurar las anormalidades que por efecto de la exposición se pudieran instituir, a través de las medidas médicas que fortalezcan al individuo expuesto.
- El monitoreo biológico de indicadores de exposición
y efecto, en combinación con los resultados del estudio de evaluación
ambiental practicado una vez instauradas las medidas de control, darán
las bases para cuantificar el nivel del riesgo en la exposición
que de ser aceptable se recomienda únicamente el seguir el ciclo
de control del medio ambiente y monitoreo biológico comentado y
de no serlo repetir el esquema de acciones anteriormente descritas para
el riesgo inaceptable.
2.- Revisión y mantenimiento periódico de las porcelanas de los quemadores del horno h-1151.
3.- Seguir un procedimiento adecuado de fraguado e instalación de los discos refractarios radiantes, para prevenir averías durante la operación del horno h-1151.
4.- Ampliar las mirillas del horno h-1151 para comparar apropiadamente los tubos y medir su temperatura de pared.
5.- Conocer la composición de los gases de combustión,
controlar el exceso de aire.
6.- Revisar el procedimiento de carga del catalizador .
7.- Instalacion de analizador en linea de co - co2 que llega al metanizador
(r-1153).
2.- Desamarrar los cortes del h-1101.
3.- Distribucion adecuada de los quemadores del h-1101.
5.- Correcto procedimiento en la llenada del catalizador al horno h-1101.
2.- Cambio del sistema de control de nivel de la interfase de la torre t-755
3.- Mejorar sistema de purga y toma muestras de la torre t-755.
4.- Mantener encendidos los pilotos (verificar causas de falla de los
pilotos) de los hornos h-751 y h-752.
5.- Instalar puertas de explosión en los hornos h-751 y h-752.
6.- Sistema de encendido alterno cuando los pilotos de los hornos h-751
y h-752 se encuentran fuera de operación.
7.- Instalar control de flujo y temperatura del agua de enfriamiento
del e-759.
2.- Instalar alarmas por alto y bajo nivel de interfase en la torre t-1002 y por bajo flujo de solvente.
3.- Instalar alarmas por alto y bajo nivel de interfase en la torre y por bajo flujo de solvente.
4.- Instalar alarmas por alto nivel en las torres de flasheo y despojo.
5.- Instalar alarmas y cortes de flujo por bajo nivel de las torres de flasheo.
6.- Instalar un accionador para el sistema de rociadores del d-1001
en el cuarto de control, lo que disminuiría el tiempo de respuesta
ante una emergencia por falla de agua de enfriamiento.
2.- Aislar los chillers con espuma de poliuretano.
2.- Colocar el control de flujo de condensado del e-1301 en cascada
con la temperatura de fondo t-1301 o evaluar este sistema de control.
3 - evaluar filosofía de trabajo del prc-1304, normalmente no
trabaja bien y se tiene que usar by-pass.
4.- Mantener nivel visible en t-1301 (60-70%).
5.- Instalar anillos de vapor alrededor de las bridas de los equipos
que manejan h2.
6.- Instalar un sistema de detección de flujo a través del by-pass de la planta de unifining.
7.- Instalar corte de gas combustible a h-1303 por bajo flujo a través
del fral-1314.
8.- Instalar alarma por bajo nivel en d-1304 y d-1306.
9.- Instalar corte de gas combustible al h-1303 por bajo flujo en el
fondo de t-1304 a través del frcal-1314.
10.- Reparar control de nivel en d-1310.
11.- A falla de h2 habilitar válvula mov en fondo d-1307 para
que cierre automaticamente, cerrando el lic-1331.
12.- Bypassear la planta de platforming con acción automática
instalar disparo automático de la p-1315 de químicos y condensado
a reactores.
14.- Evaluar posibilidad de cambiar cheque convencional en la descarga de las p-1311 por duo cheque.
15.- Habilitar termopares se superficie en los serpentines instalar ti´s con alarma por alta temperatura en cada uno de los serpentines de salida de los hornos h-1304/05/06.
16.- Instalar anillos de vapor de sofoco en todas las bridas de los e-1313 y r-1302/3/4.
17.- Rediseñar el cv de la prcv-1378. En el momento opera 100% abierta con su by-pass.
18.- Rediseñar el cv de la prcv-1378. En el momento opera 100% abierta con su by-pass.
19.- Instalar malla demister en salida gas d-1307 a c-1301.
20.- Evaluar conveniencia de instalación de un sistema antibombeo.
21.- Habilitar corte del c-1301 por alta vibración en el bently nevada.
22.- Habilitar mov del fondo del d-1307.
24.- Instalar disparo del c-1301 por alto nivel del d-1307.
26.- Instalar duocheque en vez del cheque convencional a la descarga de la p-1308a/b.
27.- Instalar control por desplazador de nivel de interfase de la torre t-1401.
28.- Habilitar cascada frc-1408 - frc-1409.
29.- Instalar anillos de vapor de sofoco en las bridas del reactor r-1601.
30.- Instalar alarma de nivel en la t1701a. Bajo y alto.
Elementos Externos.
2.- Instruir a los conductores sobre el manejo de bombas y riesgos de los productos aromáticos.
3.- El llenadero debe ser operado por personal de ecopetrol.
4.- Implementar el sistema de ventas por volumen de la casa de bombas 1.
5.- Se recomienda en el área de coagulación de laplanta de tratamientos de agua, emplear sulfato de aluminio como coagulante, e hidróxido de calcio para generar hidróxido de aluminio (flóculo) y aprovechar un mejor rendimiento del polímero actualmente empleado.
6.- Se requiere que el depósito de carga del se-3050, se aumente en su volumen, evitando que las demasías sean enviadas a p.t.a.r. con aceite ó al río magdalena.
7.- Construyendo una recirculación en las bombas arquímedes se lograría un flujo laminar a los separadores, aumentando su eficiencia.
8.- Se recomienda construir en serie separadores de placas coalescedoras que tienen mucho más capacidad para retener aceite, (5-10 ppm de aceite a la salida del separador
9.- Es indispensable enviar por separado los caudales de aguas cáusticas fenólicas y aguas agrias con alto contenido de sulfuros, polisulfuros y amoníaco a la planta deflegmadora para separar fenol y eliminar a la atmósfera ac. Sulfhidrico y amoníaco; retornándose agua limpia de estos tóxicos a p.t.a.r. y no al se 3050 donde únicamente se incrementan los riesgos por emisión de vapores tóxicos.
10.- Para reducir el exceso de emisiones de hc en el separador se 3050, se recomienda instalarle una cubierta flotante o fija para evitar riesgo de incendio.
De acuerdo a los problemas ergonómicos identificados en este estudio se recomienda una revisión detallada de elementos como válvulas en líneas, instrumentos de lectura de información en línea y demás controles e indicadores en cuartos de control, para determinar la factibilidad técnica y económica de su posible reubicación dentro de las distintas áreas y así evitar, o al menos reducir, las posturas extremas, en especial durante aquellas actividades en las que se requiere aplicar cierta cantidad de fuerza por parte del operador.
Se deberá poner atención a las actividades que obligan al trabajador a adoptar posturas fijas e inadecuadas por períodos prolongados o que se adoptan de manera recurrente, especialmente en las actividades de Mantenimiento y Laboratorio, así como en los cuartos de control en Parafinas y Aromáticos.
Se sabe que está en proceso la sustitución de elementos importantes de los cuartos de control (consolas). Se sugiere que antes de tomar cualquier decisión sobre el tipo y características de éstos se consideren los resultados del presente estudio en todos sus componentes, vgr., factores de higiene, seguridad y ergonomía, para resolver de manera integral la problemática de este lugar de trabajo (postura corporal, niveles de atención, iluminación, temperatura, ruido, etc.).
Realizar un análisis de todas las herramientas manuales utilizadas en las distintas áreas y buscar herramientas alternativas que se adapten mejor al tipo de actividades que se realizan, por ejemplo, en talleres de Mantenimiento (Pailería, Metalistería, Válvulas, Eléctricos, Tubería), así como las herramientas para las acciones de abrir y cerrar válvulas.
El mobiliario y la forma en que se encuentran instalados algunos equipos en el área de Laboratorio requiere de una revisión más detallada, ya que existe inadecuación entre las características del estos objetos y los usuarios.
Recomendamos la creación de grupos ergonómicos en Ecopetrol. Estos grupos de trabajadores tienen la función básica de identificar problemas ergonómicos, escuchar quejas de trabajadores que pudieran tener su origen ergonómico, proponer o buscar posibles soluciones a éstos, dar seguimiento y supervisar la implementación de intervenciones para remediar los problemas que se van encontrando, en fin, vigilar de manera continúa la reducción o, si es posible, la eliminación de los factores de riesgo ergonómicos en las plantas del CIB de Ecopetrol.
Las actividades de estos grupos ergonómicos deberán estar reforzadas con un fuerte esquema de capacitación en los distintos aspectos relacionados con la ergonomía, la higiene y la salud ocupacional dirigido a trabajadores de todos los niveles de la estructura administrativa/productiva de la Empresa. El esquema de capacitación debe concebirse de manera permanente de modo que se logre, en un futuro, crear una conciencia sobre estos aspectos y la ergonomía pase a formar parte de la cultura industrial nacional.
Cuadro resumen de recomendaciones por área de trabajo
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| PARAFINAS | 1. Reubicación de válvulas, indicadores y
controles para evitar posturas inadecuadas y extremas
2. Evitar posturas fijas por periodos prolongados en cuartos de control al mejorar la forma en que se recibe la información en pantallas 3. Mejorar niveles de iluminación pero cuidando evitar reflejos en pantallas e instrumentos 4. Revisar las herramientas para manejo de válvulas para usar una herramienta adecuada al tamaño de la válvula 5. Evaluar la posibilidad de instalar andadores y pasamanos en lugares donde existe tubería y se requiere de circulación 6. Cuidar permanentemente la limpieza del lugar de trabajo |
| AROMATICOS | 1. Reubicación de válvulas, indicadores y
controles para evitar posturas inadecuadas y extremas
2. Evitar posturas fijas por periodos prolongados en cuartos de control al mejorar la forma en que se recibe la información en pantallas 3. Revisar las herramientas para manejo de válvulas para usar una herramienta adecuada al tamaño de la válvula 4. Cuidar permanentemente la limpieza del lugar de trabajo |
| ELEMENTOS EXTERNOS | 1. Reubicación de válvulas, indicadores y
controles para evitar posturas inadecuadas y extremas
2. Revisar las herramientas para manejo de válvulas para usar una herramienta adecuada al tamaño de la válvula 3. Evaluar la posibilidad de instalas andadores y pasamanos en lugares donde existe tubería y se requiere de circulación 4. Cuidar permanentemente la limpieza del lugar de trabajo |
Cuadro resumen de recomendaciones por área de trabajo
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| MANTENIMIENTO | 1. Evaluar las herramientas utilizadas por actividad específica
para que éstas se adapten mejor a cada actividad
2. Evitar posturas fijas por periodos prolongados en cuartos de control al mejorar la forma en que se recibe la información en pantallas 3. Proporcionar ayudas mecánicas en todas las actividades de manejo y levantamiento de cargas 4. Promover el uso del equipo de protección en todos los trabajadores, en especial cuando están en campo realizando reparaciones 5. Evaluar las herramientas manuales para buscar que estas se adapten mejor a la actividad para la que se usan |
| LABORATORIO | 1. Proporcionar mobiliario (sillas/bancos de trabajo) mejor
adecuado a las dimensiones antropométricas y a las de los equipos
instalados
2. Revisar la configuración de los diferentes equipos (campanas extractoras, gabinetes de guardado, superficies de trabajo) para buscar su mejor adecuación 3. Evitar posturas fijas por periodos prolongados mejorando la geometría del lugar de trabajo |
C O N T E N I D O
1.0 Justificación
2.0 Objetivos
3.0 Organización
4.0 Criterios de monitoreo
4.1 Ambiental
4.2 Biológico
5.0 Sistema de vigilancia ambiental
5.1 Estrategia de ejecución
6.0 Sistema de información
7.0 Intervenciones para el control
8.0 Metodología de capacitación
Como consecuencia lógica de los extensos estudios de evaluación
de las condiciones ambientales bajo las cuales desempeñan su función
los trabajadores de las plantas de parafinas, aromáticos, laboratorio,
elementos externos y mantenimiento de la empresa ECOPETROL, se hace necesario
establecer las bases para integrar un sistema de monitoreo ambiental que
fundamentado en los hallazgos del estudio cuantitativo practicado hagan
posible obtener la información que permita regular las actividades
productivas y administrativas que conduzcan a la minimización de
los riesgos ambientales existentes y por tanto de la mejor conservación
de la salud e integridad del personal.
Dado que en la empresa sus recursos humanos se constituyen como parte
primordial del sistema productivo tanto, los administradores de la compañía
como los dirigentes de los trabajadores, han considerado plenamente justificado
la integración del presente programa para garantizar en lo posible
la conservación de ese recurso.
Contar con la información ambiental y biológica que
permita fundamentar las decisiones del personal de salud, administradores
empresariales y dirigentes de los trabajadores, que conduzcan a la minimización
del riesgo al que se sujeta el personal como consecuencia de la exposición
laboral a agentes químicos.
Para la realización de las actividades que se consideran
ejecutar para satisfacer el objetivo descrito, es necesario integrar el
siguiente grupo de participantes con las responsabilidades que se les asignan:
El gerente de la empresa y el secretario general del sindicato de los trabajadores, son los responsables de promover lo necesario para alcanzar los resultados que satisfagan el objetivo del proyecto, así como de las decisiones para integrar las acciones de control correspondientes.
Los supervisores y trabajadores a su vez son responsables de cooperar para la ejecución del programa, a través de completa participación y colaboración irrestricta para la generación de la información derivada de las causas de las anormalidades, del ambiente laboral y de los monitoreos biológicos y exámenes médicos. De igual manera se requiere su contribución para la instauración, vigilancia y mejoramiento de las acciones correctivas que conducirán al cuidado de su propia salud.
Los jefes del sistema del sistema de salud (higiene industrial y servicio médico) son los responsables de organizar y promover la ejecución de las acciones requeridas para la realización de las actividades incluidas en el proyecto.
El personal del sistema de salud es el responsable de ejecutar las acciones de toma de muestras ambientales y biológicas para la realización de las pruebas programadas.
El personal del laboratorio (interno o externo) es el responsable de ejecutar las mediciones correspondientes para obtener los resultados de los indicadores ambientales y biológicos que se establecen en el programa.
El personal del sistema de salud es el responsable de recabar la información del laboratorio, integrarla a los expedientes de los trabajadores para su interpretación y obtener el significado de las pruebas de laboratorio y su relación con los valores de referencia y características particulares de la persona.
El personal del sistema de salud es el asignado para informar a los
responsables del proyecto con la periodicidad que se establezca sobre las
conclusiones de los estudios ambientales y biológicos.
El higienista industrial reconoce, evalua y controla los riesgos
potenciales del ambiente de trabajo de tal manera que todos los empleados
ejecuten su función bajo condiciones que aseguren su salud e integridad
a través de su vida de trabajo.
En el momento actual el ambiente laboral crece y se hace más complicado de tal manera que se generan retos adicionales para el higienista industrial.
La evaluación de estas situaciones complejas requiere de una estrategia lógica de valoración del lugar de trabajo, de tal manera a enfocar a la higiene industrial y ciencias de la salud ocupacional a aquellas situaciones laborales de gran potencial para generar efectos adversos a la salud.
El higienista industrial debe cuantificar la exposición de los trabajadores a agentes físicos, químicos y biológicos a la luz de los efectos potenciales que se asocian con estos agentes, de tal manera a determinar los riesgos relacionados con el trabajo en el ambiente dado.
El propósito de la vigilancia ambiental engloba por lo menos los siguientes cuatro objetivos:
2.- Establecer y documentar los registros de los niveles de exposición histórica para todos los trabajadores y comunicarlo a cada uno de ellos.
3.- Asegurar y demostrar el cumplimiento con las normas gubernamentales y otras guías de control de exposición.
4.- Cumplir con los 3 objetivos anteriores eficiente y efectivamente en tiempo y espacio.
Para reconocer las exposiciones se debe considerar que los trabajadores pueden estar expuestos a agentes ambientales mientras desarrollan sus tareas en donde se ubican las fuentes de contaminación, por contacto incidental debido a la presencia generalizada de los agentes en el lugar de trabajo o porque se exponen a los efectos de las fuentes de otros trabajadores.
Aunque las exposiciones mayores usualmente resultan de la generación de sus propios contaminantes, en ocasiones puede ocurrir que las otras 2 fuentes mencionadas sean también significantes.
Una evaluación ambiental confiable, requiere una estrategia que considere todas las fuentes de exposición.
Para evaluar el significado de las exposiciones es necesario entender el tiempo histórico de cada exposición y el límite ocupacional del agente involucrado.
En los ambientes de trabajo las concentraciones de los agentes laborales son complicadas, ya que varían en tiempo y espacio y los trabajadores se mueven dentro de estas concentraciones en trayectorias cambiantes y además, ejecutan su trabajo con producción de sus propios contaminantes de tal manera que ello complica también la definición de los niveles de exposición a que se sujeta.
En suma los modelos determinísticos de las exposiciones laborales son tan complejos que hacen impráctico su uso, es por ello que, la mayoría de las decisiones en higiene industrial se fundamentan en un número limitado de mediciones representativas de la exposición, por lo que en el mejor de los casos deben ser de la mejor calidad.
La aceptabilidad del ambiente de trabajo es juzgada al comparar los resultados del monitoreo con los límites de exposición ocupacional y estimar de algún modo la proporción de las sobreexposiciones que ocurren en el lugar de trabajo.
Lo anterior que ha sido más que nada un proceso subjetivo en la actualidad por concenso, se ha concluido que es tiempo ya de que los higienistas industriales homogenicen sus procedimientos y para ello se recomienda ser rigurosos en las definiciones y en el uso de los términos límite de exposición ocupacional y sobreexposición.
En general el límite de exposición ocupacional representa una condición a la cual la mayoría de los trabajadores pueden ser regularmente expuestos día tras día sin efectos adversos a su salud.
En particular se define el término límite de exposición ocupacional como una guía de referencia para una buena práctica de conservación de la salud.
Los límites de exposición ocupacional deben ser expresados en términos que sean consistentes con los datos generados del monitoreo de la exposición laboral.
Todos los resultados de los monitoreos son promedios.
La exposición a los agentes ambientales es medida como una concentración promedio en el caso de los químicos o promedio de su intensidad en la de los físicos que se observa durante el tiempo de muestreo.
Las mediciones de área a su vez son promedios también que corresponden al área muestreada, por lo que un límite de exposición ocupacional es regido por dos números: Una concentración promedio y un tiempo, o una cantidad promedio y una área.
Una sobreexposición se observa, cuando como resultado del monitoreo
se demuestra una concentración promedio mayor al límite de
exposición ocupacional.
Como ha sido posible apreciar la evaluación de la magnitud
de la exposición en sí es un proceso complejo que requiere
habilidad y buenas prácticas para conocer el nivel del riesgo potencial
derivado del ambiente laboral a que se sujeta un trabajador.
En los países Latinoaméricanos entre otros, ante la necesidad de interpretar los ya de por sí no totalmente confiables datos del ambiente, requerimos de adoptar cifras de referencia generadas para grupos diferentes a los nuestros sin conocer a ciencia cierta su aplicabilidad a nuestras poblaciones.
Lo anterior que en un sentido estricto no debería ser permitido, se acepta desde el momento en que se asume que la evaluación conceptualizada como el resultado de la comparación de la concentración de exposición promedio y el límite de referencia adoptado son sólo cantidades que orientan sobre la probabilidad de daño sin que tal valor por sí mismo pueda ser determinante en las acciones preventivas o correctivas a tomar, salvo condiciones extremas.
En nuestros medios laborales cuando el único propósito que se persigue con la evaluación de la exposición ambiental es el verificar si se cumple o nó con las regulaciones gubernamentales vigentes, tal evento podría ser suficiente para satisfacer el requerimiento de obediencia a la regulación.
Si por el contrario el deseo es el de conservar la salud de los trabajadores expuestos, es evidente que ante tal incertidumbre el sistema deba ser complementado con los resultados de la evaluación médica enriquecidos con las mediciones biológicas que correspondan.
Solo a través de la caracterización médica de los trabajadores expuestos y por sus indicadores de exposición y efectos que les resultan, como consecuencia de la condición de trabajo cuantificada en una juiciosa correlación, será factible definir si los valores propuestos de tolerancia ambiental son o no adecuados para la problación de que se trata.
De igual manera que con las referencias a utilizar para la evaluación de la exposición ocupacional ambiental, existe dificultad para valorar el significado de los indicadores biológicos de exposición y efecto en los trabajadores bajo estudio.
El monitoreo biológico proporciona al personal de salud una herramienta significante para evaluar la exposición del trabajador a los agentes químicos.
El monitoreo biológico proporciona las bases para una valoración de la exposición total a los agentes que están presentes en el lugar de trabajo, a través de la medición de los determinantes apropiados en especímenes biológicos colectados del trabajador en un tiempo dado.
Los índices biológicos de exposición sirven como valores de referencia.
El determinante puede ser el agente químico en sí o sus metabolitos o un cambio bioquímico característico reversible inducido por el agente.
La medición pude ser hecha en aire exhalado, orina, sange u otro especimen biológico colectado del trabajador expuesto.
Con base en el determinante, el especimen escogido y el tiempo de muestreo la medición indica la intensidad de una exposición reciente, el promedio de una exposición diaria o una exposición crónica acumulativa.
Los índices biológicos de exposición son los valores de referencia que se establecen como guías para la evaluación de los riesgos potenciales a la salud en la práctica de la higiene industrial.
De igual manera que los valores límite ambientales, los índices biológicos de exposición no indican una línea entre las exposiciones peligrosas y no peligrosas.
Los índices biológicos de exposición corresponden a 8 horas de trabajo 5 días a la semana, sin embargo, para jornadas diferentes pueden ser extrapolados con base en su farmacocinética y farmacodinámica.
Desde el punto de vista biológico el monitoreo puede ser considerado complementario a la valoración de la concentración en el aire.
Bajo determinadas circunstancias el monitoreo biológico es una mejor medición que la del aire ya que define la dosis verdadera que recibe el trabajador desde el momento en que expresa la cantidad de compuesto recibido a través de la piel y oralmente, lo cual no puede ser determinado con el monitoreo del aire ambiente.
El monitoreo biológico puede ser usado por una variedad de razones: Para cumplir con los requerimientos regulatorios, para confirmar los resultados del monitoreo en aire, para evaluar la efectividad de los controles administrativos o de ingeniería, para evaluar la efectividad del uso de equipo de protección personal, para estimar la exposición dérmica y oral, para determinar la dosis recibida por los trabajadores después de situaciones de emergencia en los cuales no se contó con tiempo para preparar el monitoreo de aire o para identificar exposiciones potenciales no ocupacionales.
El monitoreo biológico ha probado ser una herramienta importante para confirmar exposiciones ocasionales por vía dérmica o no ocupacionales.
Aunque la identificación del analito específico podría parecer básica para la definición del objetivo del programa existe una relación directa entre qué información se desea del monitoreo, qué se deberá monitorear y cómo se obtendrá la información.
En algunos casos es posible evaluar la exposición aguda intermedia y crónica. Esto puede ser hecho a través de la selección adecuada del analito específico y tipo de muestreo que se fundamenta en la comprensión de la biología y vida media metabólica del material.
Una vez que la decisión de qué analito y periodo de interés se ha tomado, es posible definir las poblaciones a ser muestreadas; normalmente, las correspondientes al grupo expuesto y al grupo control.
Aunque inicialmente el grupo expuesto podría ser facilmente identificado en ocasiones existen subgrupos dentro de las poblaciones numerosas de individuos expuestos. En muchos casos el monitoreo del aire es útil para identificar las categorías de exposición.
En el ambiente industrial los subgrupos pueden ser establecidos en base a los trabajos asignados, niveles de autoridad, o turnos.
Donde hay subgrupos expuestos deben esperarse variaciones en los resultados biológicos debido a individuos diferentemente expuestos. Cuando hay una variación significante en los resultados del monitoreo de una gran población, es sugerente obtener información detallada de las actividades de trabajo de los individuos del grupo, para determinar si las variaciones son debidas a la presencia de subgrupos en la población o si corresponden a diferencias en el metabolismo entre los individuos.
Inicialmente, todos los individuos "expuestos" de una población deben ser muestreados y con ello establecido una base de datos que contenga un mínimo de 2 a 3 réplicas para estar en posibilidad de reevaluar a la población expuesta.
Los grupos control normalmente se integran con individuos sin exposición industrial al material de interés, e idealmente deben ser seleccionados con características lo más cercanas posibles al grupo expuesto.
Si se han creado subgrupos en la población expuesta es deseable contar con subgrupos control similares, de tal forma que los datos puedan compararse entre personas de características semejantes.
Las muestras del grupo de control, se espera provean valores normales o de fondo para el parámetro de interés.
Aunque las muestras del grupo control son diferentes a los blancos que se emplean en el monitoreo del aire, ellas tienen un propósito análogo, que es el de proveer las bases para comparar los datos obtenidos en los grupos expuestos y valorar la validez de la información.
Ocasionalmente se pueden encontrar valores elevados en la población de control, usualmente debido a exposiciones no ocupacionales al material que se evalua, hecho que debe tomarse en cuenta para el establecimiento de las bases de interpretación.
Los trabajadores deben ser informados, breve, pero totalmente, sobre los propósitos y naturaleza del programa de monitoreo biológico.
Una vez que el programa ha sido comunicado propiamente la mayoría de los trabajadores contribuirán con él, aunque algunos se manifetarán renuentes sobre todo si consideran que el programa no satisface su mejor interés.
La comprensión de las razones que soportan el programa y para que se está monitoreando, puede mejorar el comportamiento del empleado y ayudar al buen desempeño de los procedimientos propios del manejo de las sustancias peligrosas.
Inicialmente los empleados podrían interpretar incorrectamente un programa de monitoreo biológico como medio para usarlos como si fueran ratones de experimentación, esta mala interpretación usualmente será corregida con el empleo de una sesión educacional posiblemente conducida de manera conjunta por el higienista industrial y el médico ocupacional.
Una sesión educacional proporciona a los empleados una oportunidad para hacer preguntas a individuos que deben ser considerados como confiables.
Es esencial que el higienista industrial y el médico ocupacional sean completamente honestos y rectos durante la sesión especialmente para el caso de las preguntas difíciles y no ser renuentes para admitir dudas en el conocimiento cuando ello es apropiado.
Debido a factores que potencialmente pueden confundir o posibles interferencias, además de las exposiciones no ocupacionales, es recomendado que los trabajadores tanto en el grupo de control, como expuestos completen un cuestionario encaminado a identificar esos factores. Esto frecuentemente puede ser hecho como parte del examen médico normal o conducido cuando se toma la muestra.
Los monitoreos de aire deben ser conducidos como parte del programa de monitoreo biológico o viceversa.
Los periodos de monitoreo del aire pueden variar, sin embargo, en función de las características de la exposición, es decir si es breve o durante la jornada.
Para instancias en las cuales el monitoreo biológico se pretende mida la exposición aguda es importante que el monitoreo del aire sea hecho muy cerca en tiempo al monitoreo biológico, preferiblemente cubriendo un período idéntico al de exposición.
Cuando el efecto que se desea evaluar corresponde a una exposición crónica, el tiempo de ejecución del monitoreo biológico y del aire no es crítico. En este caso el correspondiente al aire debe ser suficientemente detallado para caracterizar adecuadamente el nivel de exposición total y ser capaz de diferenciar entre poblaciones de empleados no similares.
La medición de otras rutas de exposición tales como la dérmica u oral pueden intentarse, sin embargo, los procedimientos para hacerlo no están tan bien desarrollados como los de monitoreo de aire.
Como una etapa final antes de iniciar el programa de monitoreo biológico debe instituirse que el plan se presente por escrito y que tome en cuenta las consideraciones anteriormente establecidas.
El proyecto debe también definir las formas de reporte de resultados, interpretación y responsables de su manejo y de establecimiento y seguimiento de acciones a tomar. Lo anterior ayudará a asegurar que todos los individuos trabajan de común acuerdo, situación que es particularmente importante si en la planta nunca se ha conducido un monitoreo biológico.
Como en el caso del monitoreo del aire la colección de las muestras es clave para producir información confiable.
Las muestras que no son tomadas en el tiempo adecuado pueden dar resultados erróneos.
Las especificaciones de los tiempos de muestreo deben apegarse a lo establecido en la información que soporta la documentación de los niveles de exposición biológica.
Para algunos compuestos químicos, ellos mismos o sus metabolitos pueden ser rápidamente eliminados del cuerpo.
En tales casos la cinética de la eliminación indicará cuando la muestra debe ser tomada: Durante el turno, al final del turno, al final de la semana de trabajo, etc. Para estos materiales las muestras deben ser colectadas al mismo tiempo en que transcurre la jornada para proporcionar datos comparables.
Compuestos químicos que no son rápidamente metabolizados o eliminados se acumularán en el cuerpo. Para estos tipos de materiales el tiempo de muestreo no es crítico debido a que las muestras reflejarán exposiciones correspondientes a periodos largos de tiempo (ejemplo: plomo, PCB’s).
Si se desea obtener la medición de la exposición ocupacional verdadera, las muestras deben ser colectadas antes de la exposición para establecer una línea de datos basal.
Para materiales rápidamente metabolizados, ésto puede ser hecho simplemente por muestreo inmediatamente después de terminar la jornada de trabajo.
La línea de datos basales para materiales lentamente metabolizados sólo puede conseguirse por muestreo en el inicio de la contratación del empleado o antes de una reubicación.
Es difícil establecer una guía específica en el número de muestras y la frecuencia en los programas de muestreo, generalmente, cada individuo en la población expuesta debe ser muestreado.
Diferencias significantes se encuentran entre los metabolismos de los individuos, de tal manera que el seleccionar unos cuantos de ellos como representativos de una población grande no es apropiado como sucede en el caso del muestreo de aire.
Poblaciones expuestas a agentes químicos que son rápidamente metabolizados requerirán más de una muestra (3 a 5 días consecutivos una muestra diaria) a diferencia de las poblaciones expuestas a agentes lentamente metabolizados en los que una muestra única de cada individuo puede ser usada para indicar la exposición acumulada.
Si el monitoreo biológico no se ha efectuado previamente, se requieren más muestras en el inicio, hasta integrar una base de datos acumulados que pueda indicar la uniformidad de la población, o ciertos individuos o tareas en las que se recibe una mayor o menor exposición.
También la frecuencia de muestreo podría ser establecida por la reglamentación si las concentraciones exceden los valores críticos, por ejemplo: cualquier trabajador con un nivel de plomo en sangre mayor a 50 ug/100 g debe ser revalorado en dos semanas según las normas de los Estados Unidos.
Los resultados del programa de monitoreo biológico pueden propiciar varias acciones a seguir de igual manera que el monitoreo de aire, tal como, controles de ingeniería, equipo de protección personal o acciones administrativas que pueden ser justificadas si las concentraciones medidas alcanzan los límites establecidos.
Los resultados de los individuos que exceden los límites reglamentarios pueden justificar pruebas médicas adicionales o remosión del puesto. Estas acciones deben ser coordinadas por el grupo de salud laboral de la empresa quién tomará en cuenta los factores ambientales y personales del trabajador.
De manera semejante a la existencia de los índices biológicos de exposición, se mencionan los índices biológicos de efecto que aún cuando no se emplean con la frecuencia requerida, también se constituyen en una herramienta muy importante en los programas de prevención de alteraciones generadas por los agentes químicos presentes en el ambiente de trabajo.
Los índices biológicos de efecto corresponden a aquellas alteraciones, metabolitos, compuestos químicos, o funciones que manifiestan el grado de daño a los sistemas del organismo expuesto, por acción de los contaminantes.
La combinación de los niveles de los indicadores biológicos de exposición y efecto, así como ambientales, integran la más completa información adquirible para proceder con mayor certeza en la toma de decisiones, que el complejo sistema trabajador-ambiente ofrece.
La habilidad del personal de salud para interrelacionar los hallazgos de la condición biopsicosocial del trabajador con apoyo de los indicadores biológicos específicos de exposición y efecto y su correlación con los niveles de exposición ocupacional, harán posible no sólo el predecir bajo juicios confiables el comportamiento y respuesta individual de la población expuesta, sino además orientarán de manera consistente sobre las necesidades de modificación en el ambiente laboral con mucha mayor certeza que las que se pueden derivar de la interpretación simplista de la comparación entre un valor ambiental y un límite ocupacional adoptado.
5.0 Sistema de vigilancia ambiental por prioridades.
Desde el punto de vista ambiental, el sistema de vigilancia se deberá sustentar en lo anteriormente indicado y en los criterios establecidos por las organizaciones internacionales de reconocimiento pleno en la especialidad, por su comprobada efectividad.
De esa manera basado en las publicaciones del Instituto Nacional de Salud y Seguridad en el Trabajo (NIOSH), La Adiministración de Salud y Seguridad Ocupacional (OSHA), la Junta Américana de Higiene Industrial (ABIH) y del método Lognormal de Du Pont de los Estados Unidos, se han tomado los criterios que a continuación se describen para en primer término regular las actividades de la evaluación de la concentración de contaminantes en el ambiente laboral y de ello el establecimiento de los periodos de reevaluación para las mediciones que integran el sistema de vigilancia ambiental para los puestos que prioritariamente deben ser verificados.
- En primer término se recomienda identificar el riesgo de exposición a agentes químicos a través de la verificación de la existencia de los materiales con posibilidad de que en su manejo contaminen el aire ambiente laboral.
- Definir por inspección sensorial si existen trabajadores expuestos a concentraciones mayores o iguales al nivel de acción.
- En el caso de no apreciarse trabajadores expuestos a concentraciones iguales o mayores al nivel de acción y no existir cambios en los materiales, procedimientos o equipos en el futuro se asume que no existe riesgo significante.
- Cuando se determina que los trabajadores pueden estar expuestos a concentraciones iguales o mayores al nivel de acción (50% del máximo permitido a 8 horas), se deberá integrar un listado de los puestos y programar su evaluación.
- En el grupo de trabajadores que integran al personal que se asume se expone a niveles iguales o mayores al nivel de acción, se deberán seleccionar aquellos que por la característica de su exposición se consideran sujetas a las concentraciones mayores y programar en ellos la medición del caso.
- La medición en los trabajadores seleccionados se deberá llevar a cabo por lo menos con 6 muestras en 3 diferentes turnos y días.
- Si como resultado de las mediciones se obtienen 2 o más valores superiores al máximo permitido, se considera que la exposición es inaceptable y como consecuencia de ello se deberá notificar a los trabajadores de tal situación e instituir las medidas inmediatas de control a la vez que proceder a desarrollar un programa de mediciones por lo menos cada mes.
- Si como consecuencia de las medidas de control establecidas se determina a través de las mediciones mensuales, que los valores de exposición continuan superando al valor límite se debe repetir en ciclo continuo lo indicado en el párrafo anterior.
- Si como consecuencia de las acciones de control se obtienen resultados de dos mediciones subsecuentes practicadas cada mes, menores al valor máximo permitido, se debe establecer un programa de medición en el que se incluyan por lo menos 6 muestras durante 3 turnos y días diferentes y proseguir con los resultados como se indica en el diagrama.
- Si no se consiguen 2 mediciones mensuales consecutivas por debejo del límite permitido, se deberá repetir la instrucción dada cuando la exposición resulte inaceptable.
- Cuando en el ciclo de seis mediciones durante 3 turnos y días diferentes los resultados indican que no existen 2 de ellas superiores al valor máximo permitido y más del 50 % de las muestras son menores al 10% del mismo, para el análisis lognormal se procederá como sigue:
Si el material es clase "B" se recomienda practicar una muestra al año o redefinir la línea básica cada 2 años y si el material es clase "C" no es necesario practicar más análisis siempre y cuando la condición no se modifique.
+ Si con nueve muestras tomadas no todos los resultados son menores al límite permitido y hay 3 o más resultados superiores al límite de detección analítico, se deberá someter la información al análisis lognormal de tipo paramétrico.
+ Si no hay más de 3 resultados superiores al límite de detección analítico, los datos deben analizarse con el sistema lognormal usando el método no paramétrico.
+ Cuando en el ciclo de seis mediciones durante 3 turnos y días diferentes los resultados indican que no existen 2 de ellas superiores al valor máximo permitido y más del 50 % de las muestras son menores al 10% del mismo, y si el grupo es menor a 9 muestras y a su vez, todas ellas son menores al 10% del límite ocupacional, se considera que la exposición es aceptable y para la vigilancia períodica si el material es clase "A", se debe muestrear una vez al año o redefinir la línea base cada 1 a 3 años.
Si el material es clase "B" o "C" no se requieren análisis posteriores siempre y cuando la condición no se modifique.
+ Si para el caso anterior no son todos los resultados de las muestras
menores al 10% del valor límite, pero todos ellos son menores al
límite ocupacional, se debe usar el análisis lognormal paramétrico.
Materiales clase "A".- Carcinógenos potentes, toxinas que afectan la reproducción o el desarrollo y aquellos materiales designados como cancerígenos por OSHA, IARC y NTP.
Materiales clase "B".- Aquellos que dañan los órganos, asfixiantes químicos o narcóticos y aquellos considerados como carcinógenos ocupacionales como se explica en los TLV’s de ACGIH.
Materiales calse "C".- Esto incluye polvos molestos, asfixiantes simples o irritantes y cualquier otro compuesto químico no incluido en la clase "A" o "B".
Como fue descrito en los criterios de monitoreo biológico la frecuencia de muestreo una vez que se han establecido los niveles basales suficientemente representativos, si la legislación no indica los periodos de revaloración, las cuantificaciones deberán efectuarse por lo menos de manera semejante a lo establecido para el monitoreo ambiental.
5.1 Estrategia de ejecución
Con base en los conceptos anteriormente definidos y los resultados de las valoraciones ambientales practicadas en la empresa, es posible delinear por orden prioritario el programa de ejecución de las mediciones que en el ambiente laboral se proponen, y las de monitoreo biológico para garantizar la vigilancia de las condiciones de trabajo, que conduzcan a generar información que permita establecer las acciones correctivas del caso, sin embargo, para propósitos de integración de la información que servirá de base para el control hacia el futuro, estimamos que la totalidad de los puestos y áreas estudiados deberán ser revalorados en la frecuencia indicada e iniciados los monitoreo biológico.
Planta Parafinas
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| 1010 | Supervisor norte | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1011 | Supervisor sur | Fenol | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1020 | Tablerista norte | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1021 | Tablerista sur | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1030 | Operador patio norte | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1031 | Operador patio sur | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1040 | Operador Chiller/comp. | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1050 | Operador recobro | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1060 | Operador filtros | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1070 | Operador botas filtro | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1080 | Operador tratamiento | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1090 | Operador hornos y gen. | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1091 | Auxiliar | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1100 | Operador patio fenol | Fenol | 1 vez cada/mes | 1vez c/ 6 meses |
| 1110 | Op. tablerista fenol | Fenol | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses |
| 1120 | Operador tanques aceite | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1120 | Operador tanques aceite | Fenol | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6mes |
| 1121 | Operador tanques cera | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1130 | Obrero | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1010-1011 | Supervisor | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1020-1021 | Tablerista | BTX,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1031 | Operador patio sur | MEA | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses |
| 1040 | Operador Chiller/comp. | MEA | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses |
| 1090 | Operador hornos y gen | MEA | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses |
| Operador compresores | H2S | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses |
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| 1010 | Supervisor norte | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1011 | Supervisor sur | Ruido | 1 vea al año | 1 vea al año |
| 1020 | Tablerista norte | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1030 | Operador patio norte | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1031 | Operador patio sur | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1040 | Operador Chiller/comp. | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1050 | Operador recobro | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1060 | Operador filtros | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1080 | Operador tratamiento | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1091 | Auxiliar | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1120 | Operador tanques aceite | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1121 | Operador tanques cera | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
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| 1020 | Tablerista norte | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1110 | Operador patio fenol | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1120 | Operador tanques aceite | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1170 | Operadores en Patio sur | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1220 | Operadores en Patio norte | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1250 | Operadores en patio norte | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
Planta Aromáticos
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| 2010 | Supervisor | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2020 | Tablerista para 1300/1400 | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2021 | Tablerista para 1550,1660 | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2030 | Operador patio zona nte. B | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2031 | Operador patio zona sur B | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2040 | Operador tanque norte D | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2041 | Operador tanque sur D | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2050 | Operador patio C | Benceno | 1 vez cada mes | 1 vez c/6 meses |
| 2050 | Operador patio C | TX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2020-2021 | Tablerista | BTX,CH,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
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| 2010 | Supervisor | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2020 | Tablerista para 1300/1400 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2030 | Operador patio zona nte. B | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 2070 | Obrero limpieza | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
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| 1310 | Operador patio sur | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1320 | Operador en patio sur | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1330 | Operador en patio sur | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1510 | Operador patio norte | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1600 | Operador patio sur | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1610 | Operador patio sur | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 1700 | Operador patio norte | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
Elementos Extermos
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| 3010 | Supervisor casa bombas | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3020 | Operador casa bombas 6 ,7 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3030 | Operador casa bombas 5 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3040 | Operador drenaje tanques | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3050 | Operador llenadero aroma. | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3060 | Obrero casa bombas 5 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3071 | Separadores sur | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3070 | Separadores norte | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3080 | Supervisor area amb. ptar | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3090 | Tablerista y Op. patio ptar | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3100 | Op. patio y tablerista ptar | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3130 | Operador casa bombas 1 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3135 | Operador llenado | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3140 | Operador casa bombas 2 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3160 | Operador casa bombas 4 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3170 | Operador casa bombas 8 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| Operadores/separador | H2S | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses | |
| Operador flautas | H2S | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses | |
| Operador vertedero | H2S | 1 vez cada/mes | 1 vez c/6 meses |
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| 3010 | Supervisor casa bombas | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3020 | Operador casa bombas 6 ,7 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3030 | Operador casa bombas 5 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3040 | Operador drenaje tanques | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3050 | Operador llenadero aroma. | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3060 | Obrero casa bombas 5 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3071 | Separadores sur | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3070 | Separadores norte | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3080 | Supervisor area amb. ptar | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3100 | Op. patio y tablerista ptar | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3130 | Operador casa bombas 1 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3135 | Operador llenado | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3140 | Operador casa bombas 2 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3160 | Operador casa bombas 4 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3170 | Operador casa bombas 8 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3170 | Operador casa bombas 8 | Rad.ionizantes | 1 vez al año | 1 vez c/6 meses |
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| 3010 | Supervisor casa bombas | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 3050 | Operador llenadero aroma. | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
Mantenimiento Planta-taller
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| 4010 | Paileros taller | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4020 | Paileros campo | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4030 | Tuberos taller | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4040 | Tuberos campo | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4050 | Soldadores | BTX,CH | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4080 | Mecánicos campo (taller) | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4090 | Mecánicos campo (campo) | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4100 | Eléctricos taller | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4110 | Eléctricos campo | Benceno | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4110 | Eléctricos campo | TX,CH,MEK,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4130 | Instrumentistas taller | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4140 | Instrumentistas campo | TX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4190 | Obreros | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
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| 4010 | Paileros taller | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4020 | Paileros campo | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4030 | Tuberos taller | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4040 | Tuberos campo | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4050 | Soldadores | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4060 | Mec. taller máq. herramientas | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4080 | Mecánicos campo (taller) | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4090 | Mecánicos campo (campo) | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4100 | Eléctricos taller | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4130 | Instrumentistas taller | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4140 | Instrumentistas campo | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4150 | Instrumet.elect.anal. | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4160 | Instrumet.elect.anal. | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4170 | Pintor | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4190 | Obreros | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
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| 4000 | Operador taller eléctrico | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4010 | Paileros taller | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4020 | Paileros campo | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4030 | Tuberos taller | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4040 | Tuberos campo | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 4050 | Soldadores | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 vez al año |
Laboratorio de Control
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| 5010 | Supervisor técnico Gpo. 1 | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5020 | Analista de titulaciones | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5030 | Analista de carbones/viscosidad | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5040 | Analista de negros | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5070 | Analista de Octanos | BTX,CH | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5090 | Analista de destilaciones | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5100 | Supervisor técnico Gpo. 2 | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5110 | Analista de aguas industriales | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5130 | Analista aguas nueva cracking | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5140 | Analista instrumental | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5150 | Analista CG Aromáticos | Benceno | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5160 | Analista CG en Gen. | TX,CH,MEK,N | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5170 | Analista absorción atómica | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5180 | Muestreador | BTX,CH,N. | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5190 | Bodeguero | TX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5200 | Botellero | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5220 | Obrero | BTX,CH,MEK | 1 vez al año | 1 vez al año |
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| 5010 | Supervisor técnico Gpo. 1 | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5020 | Analista de titulaciones | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5040 | Analista de negros | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5070 | Analista de Octanos | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5080 | Analista Cimemat. | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5090 | Analista de destilaciones | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5110 | Analista de aguas industriales | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5140 | Analista instrumental | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5150 | Analista CG Aromáticos | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5160 | Analista CG en Gen. | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5170 | Analista absorción atómica | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5180 | Muestreador | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5200 | Botellero | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
| 5220 | Obrero | Ruido | 1 vez al año | 1 vez al año |
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| 5000 | Operador grupo 1 | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 Vez al año |
| 5000 | Operador grupo 2 | T.G.B.H. | 1 vez al año | 1 Vez al año |
Las pruebas que se sugieren practicar en cada uno de los períodos indicados en la tabla anterior son:
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| Ruido ambiental | Dosis, espectros y nivel sonoro continuo equivalente |
| Exposición a ruido | Audiometría |
| Calor ambiental | T.G.B.H. |
| Exposición a calor | Indice de stress, |
| Rad. ionizantes ambientales | Intensidad de radiación ionizante |
| Expo. a rad. ionizantes | Biometría hemática y dosimetría personal |
| H2S ambiental | Concentración de H2S en aire |
| Exposición a H2S | Espirometría |
| Fenol ambiental | Concentración de fenol en aire |
| Exposición a fenol | Espirometría, fenol en orina, prueba de funcionamiento hepático y renal |
| Monoetanolamina ambiental | Concentración de monoetanolamina en aire |
| Exposición a MEA | Espirometría, pruebas de funcionamiento hepático y renal |
| Benceno ambiental | Concentración de benceno en aire |
| Exposición a benceno | Biometría hemática completa, fenol urinario, benceno en aire exhalado, ácido fenil mercaptúrico en orina |
| Tolueno ambiental | Concentración de tolueno en aire |
| Exposición a tolueno | ácido hipúrico en orina, tolueno en sangre, tolueno en aire exhalado, o-cresol en orina, tolueno en orina |
| Xileno ambiental | Concentración de xileno en aire |
| Exposición a xileno | ácido metil hipúrico en orina |
| MEK ambiental | Concentración de MEK en aire |
| Exposición a MEK | Espirometría y MEK en aire exhalado |
| Nafta ambiental | Concentración de nafta en aire |
| Exposición a Nafta | Biometría hemática completa, fenol urinario, espirometría, solventes en aire exhalado |
| Ciclohexano ambiental | Concentración de ciclohexano en aire |
| Exposición a ciclohexano | Espirometría, pruebas de funcionamiento hepático y renal, ciclohexano en aire exhalado |
Las pruebas de monitoreo biológico anteriormente descritas son las sugeridad por la Conferencia Americana de Higienistas del Gobierno de los Estados Unidos y el Instituto Nacional de Seguridad y Salud Ocupacional (NIOSH), a través de su publicación "Enfermedades ocupacionales".
6.0 Sistema de información.
Con el propósito de contar con los resultados que se derivan de los estudios ambientales y de monitoreo biológico y de salud general, se requiere establecer la periodicidad para mantener informados en el momento preciso a la totalidad de los participantes del programa.
De esa manera se considera adecuado el que sean emitidos los informes correspondientes de la siguiente forma:
Informes de eventos derivados de urgencias.- De inmediato
Informes de evaluación de la exposición de los trabajadores sujetos a condiciones superiores a los máximos permitidos con evidencias biológicas de sobrexposición y daño.- De inmediato después de concluir la evaluación.
Informes de evaluación de la exposición de los trabajadores sujetos a condiciones superiores a los máximos permitidos sin evidencias biológicas de sobrexposición y daño.- Máximo 8 días después de concluir la evaluación.
Informe de evaluación de la exposición de los trabajadores sujetos a condiciones entre el 50 y el 100% del límite ambiental permitido con evidencias biológicas de exposición y daño.- De inmediato después de concluir la evaluación.
Informes de evaluación de la exposición de los trabajadores sujetos a condiciones entre el 50 y 100% del máximo permitido sin evidencias biológicas de sobrexposición y daño.- Máximo 8 días después de concluir la evaluación.
Informes de evaluación de la exposición de los trabajadores sujetos a condiciones menores al 50% del límite ambiental permitido con evidencias biológicas de exposición y daño.- De inmediato después de concluir la evaluación.
Informes de evaluación de la exposición de los trabajadores sujetos a condiciones menores al 50% del límite ambiental permitido sin evidencias biológicas de exposición y daño.- Máximo 8 días después de concluir la evaluación
El canal de información sugerido para la promoción de acciones será directo entre los encargados del sistema de salud y los responsables del programa.
La periodicidad de las evaluaciones biológicas y ambientales deberá sujetarse a lo establecido en el capítulo anterior.
7.0 Intervenciones para el control.
Es evidente que en la operación regular de una planta como la aquí estudiada se presentarán de manera virtualmente imposible de evitar condiciones ambientales que
producirán exposiciones de severas a limitadas en tiempos de instauración bruzcas o cotidianas.
Para aquellos casos en los que se suceden eventos de características urgentes los monitoreos ambientales y biológicos habitualmente se practican hasta el momento en que el evento se ha producido, ya que éstos no son posibles de anticipar, con lo que tal información se utilizará unicamente para tomar acciones a posteriori con las que se deberá prever la exposición de los trabajadores a la condición anormal reconocida.
No obstante lo anterior, en el programa deberán existir los recursos humanos y materiales para las valoraciones del medio y biológicas, que se requieren con base en la exposición potencial identificada en cada puesto, para estar en posibilidad de practicar las mediciones que auxilien en las acciones correctivas del ambiente y de asistencia médica, cuando ocurren eventos súbitos.
En todos los casos el control deberá establecerse de inmediato dotando y entrenando al personal con equipo de protección personal que garantice que los trabajadores con su uso correcto no serán afectados.
Para cuando existen exposiciones cotidianas el programa de evaluaciones periódicas deberá sujetarse de acuerdo con el contaminante, su concentración, la naturaleza de la actividad y del trabajador con la frecuencia que se establece como guía en párrafos anteriores.
En el momento en que los resultados informen que tanto los valores ambientales como los indicadores biológicos señalan irregularidades significantes, los responsables del sistema de salud deberán promover si el caso así lo permite, una investigación para determinar la causalidad del efecto identificado y con ello informar a la superioridad sobre lo ocurrido y las recomendaciones de acciones a tomar para su control.
Cuando la condición alcanza la severidad que no permita la práctica de investigaciones o estudios adicionales, se deberá proporcionar el equipo de protección personal adecuado al riesgo para salvaguardar a los individuos de la eventualidad identificada.
Tal acción es responsabilidad de su ejecución por los encargados del sistema de salud con conocimiento de los superiores.
8.0 Metodología para la capacitación
Es evidente que para la ejecución de la totalidad del programa se deberá contar con los recursos humanos adecuados para su correcto desempeño con lo que habrán de establecerse las necesidades de entrenamiento para todos y cada uno de los participantes, definir el objetivo general, los objetivos específicos y el empleo del sistema de enseñanza aprendizaje adecuado, mismo que se soporta en los siguientes puntos fundamentales.
- Establecimiento del objetivo de enseñanza aprendizaje en cada caso.
- Motivación para el personal bajo instrucción
- Instrucción teórica de lo requerido para cumplir con el objetivo
- Ejemplos equivalentes para la aplicación de la instrucción
- Prácticas guiadas de aplicación de la instrucción
- Comprobación del aprendizaje
- Ejercicio en campo real
- Verificación del grado de aplicación real de la instrucción
Programa de Monitoreo en Seguridad Industrial
La Seguridad Industrial de Procesos, será el resultado de la acción coordinada de las siguientes disciplinas básicas:
La realización coordinada de estos elementos elimina los riesgos
a la Salud Ocupacional y Medio Ambiente.
La presente propuesta contiene los elementos básicos que se requieren para el establecimiento de una unidad de toma de muestras y análisis del ambiente laboral y trabajadores con capacidad para efectuar las pruebas que se han considerado de interés prioritario de necesario monitoreo permanente para proporcionar la información que requieren los administradores para la promoción de acciones de control.
Es evidente que la referida propuesta se expresa a continuación de manera preliminar desde el momento en que se requiere mayor información para definir sobre todo la magnitud del programa que se desea establecer aún cuando en lo cualitativo los elementos descritos son los necesarios y sólo se necesita proporcionar las especificaciones de cada uno de los renglones enunciados.
1.0 Objetivo
Contar con los recursos materiales, humanos y tecnológicos que se requieren para integrar y operar el programa ambiental de aplicación específica en las instalaciones de ECOPETROL CIB, COLOMBIA.
2.0 Recursos
2.1 Recursos Materiales
- Local de aproximadamente 7 x 4 m. debidamente equipado con mesas de laboratorio y dos campanas para extracción de gases, así como instalaciones de gas LP, helio, hidrógeno, aire, energía eléctrica 220 y 110 volts, agua.
- Local para toma de muestras biológicas con muebles médicos para punsión venosa y colección de materiales biológicos de excreción.
- Local para administración de laboratorio de aproximadamente 5 x 4 con muebles de oficina, 2 computadoras y materiales generales de apoyo.
- Local para almacén de reactivos, equipos y partes de aproximadamente 3 x 4 con anaqueles.
- Local de aproximadamente 4 x 5 con mesas de laboratorio para preparación de equipo de campo, calibración, mantenimiento, recibo y entrega de materiales.
- Instrumental de laboratorio que incluye cromatógrafo de gases, balanza analítica, espectrofotómetro visible, potenciómetro con accesorios y reactivos y material de laboratorio, para mediciones de disolventes, fenol, etanolamina, ácido sulfhídrico en ambiente laboral y pruebas clínicas generales y toxicológicas.
- Cilindros de helio, hidrógeno, aire y compresora.
- Bombas personales para muestreo de gases y vapores
- Calibradores de flujo
- Rotámetros
- Accesorios para muestreo
- Tubos para captura de gases y vapores
- Burbujeadores enanos
- Dosímetros acústicos
- Sonómetro
- Medidor de radiaciones ionizantes
- Medidor de iluminación
- Medidor de T.G.B.H.
2.2 Recursos humanos
- Una secretaria
- Una capturista
- 2 Personas para lavado de material
- 1 Persona para aseo general
- 2 Químicos
- 2 Auxiliares de laboratorio
- 2 Ingenieros entrenados en higiene industrial
- 1 Técnico para mantenimiento y calibración de equipo
- 1 Encargado del sistema de calidad
- 1 Encargado de la unidad de análisis y muestreo
2.3 Recursos tecnológicos
- Metodología de NIOSH para la práctica de la toma de muestras y estudios analíticos en ambiente y material biológico.
- Textos de química analítica generales
- Técnicas de aseguramiento y control de calidad para muestreo y análisis de contaminantes.
- Técnicas para administración de una unidad de muestreo y análisis de contaminantes del ambiente laboral.
- Capacitación para personal de campo, laboratorio y administración proporcionado por organización reconocida y experimentada para asegurar la transferencia de tecnología requerida.
Vilma Sousa Santana, MD, PhD
Carlos Maurício Cardeal Mendes, MD, MPH
Junho – 1998
ANEXO I. IDENTIFICAÇÃO DOS BANCOS DE DADOS ORIGINAIS
QUE
ANEXO VIII. LISTA DE TRABALHADORES COM ÁCIDO HIPÚRICO TOTAL NA